O Diário de Gus Vol-1

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WpMetadataNoticeÚltima publicación mar, dic 16, 2014
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Ficción
Terror
Gus é um Detento da penitenciaria de Guantánamo, ele e um Detento a sentença e a cadeira elétrica sendo apurado pelo juiz,Gus matou 56 pessoas a sangue frio, torturou mais de 560 pessoas no iraque e Vietnã .Sente prazer em matar nunca para de escrever ate o ultimo dia de sua vida.. Bom vou sempre contar da minha vida, não detalhes como um diário qualquer, pois não tem graça, e é muito tedioso. Os seres humanos são maus por vários motivos, alguns matam, outros fazem coisas obsoletas com as pessoas. Cada coisa odiosa, uma pior que a outra. Não aguento mais pois em tudo que eu olho me da ódio, odeio todos eu odeio tudo, por mim eu mataria todos pois não aguento, os sorrisos falsos deles, pararei por aqui depois escrevo mais ........ *** O grande começo!!! Que droga de dia, todos sorrindo mas muitos sofrendo e eles não veem o que os outros tem. O sofrimento deles passa imperceptível por muitos. Que droga não da mais essa noite farei algo ou verei. Vejamos todos os olhares que eles dão para você, aquilo soa falso, odioso! Queria que todos morressem para pagarem tudo que eles fazem de ruim para os outros, estou cansado disso pessoas falsas no mundo, esse mundo inútil que todos fazem coisas ruins e não há nada bom. Cada dia em que eu passo aqui dentro, a minha mente abre, mas não sei o que fazer com as pessoas. Em todos os rostos que eu olho vejo o ódio delas, mas meu ódio e maior. Todos falam em coisas ruins, mas eu não digo, eu penso. Cada palavra que eles desperdiçam aumenta mais o meu ódio, todo meu silencio diz o que eles não veem, o que esta a frente deles. Pessoas medíocres que não querem ver a realidade.
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Você não queria estar aqui lendo esse monte de merdas; e, talvez, eu também não queria ter escrito essas coisas. Porque se existisse algo que fizesse-nos sentir úteis, a mísera possibilidade de possuir essa coisa, de bom grado, estaríamos doando até a nossa alma, ou o que restou dela. Não estaríamos perdendo tempo lendo essas coisas. Por favor, caro leitor, não demonizem os meus pensamentos, nem as minhas lembranças. O diabo é coisa séria, e eu não ousaria brincar com alguém que sente prazer em ter a companhia de outras pessoas; mas também é preciso ter o mínimo de decência, e vocês hão de concordar comigo, não é preciso trazer a tona a sua moralidade religiosa, subjugar palavras de um tolo que não tem nada para lhes oferecer. Eu tenho uma cabeça doente, a minha alma foi forjada pelo fogo da tristeza e da solidão. Isto não é um manifesto contra toda a distopia criada pela minha memória. São, apenas, palavras. Palavras soltas tentando remontar a minha memória; essa, sempre desconexa, que coexiste pelas lembranças de um passado desordenado, um presente difuso e um futuro, indecentemente, incerto. Hoje, eu já não sei mais o que eu sou, mas, um dia, eu já fui o Esteban.

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