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Akaashi sempre soube lidar com o mundo de um jeito diferente - nos gestos contidos, nas palavras medidas, no silΓͺncio que parecia gritar quando ninguΓ©m mais ouvia. Entre corredores barulhentos e olhares que nΓ£o sabiam decifrΓ‘-lo, ele aprendeu a observar mais do que falar, a sentir mais do que reagir.
Bokuto, por outro lado, era intensidade pura. Voz alta, risada fΓ‘cil, um furacΓ£o de emoΓ§Γ΅es que nΓ£o cabia no peito. E foi justamente ali, onde a confusΓ£o de Bokuto se chocava com o silΓͺncio de Akaashi, que algo comeΓ§ou a nascer.
Mas o amor - esse bicho indomΓ‘vel - nΓ£o vive sΓ³ de gestos bonitos. Ele exige escuta. E quando o mundo inteiro parece falar uma lΓngua que vocΓͺ nΓ£o entende, Γ s vezes Γ© no silΓͺncio que se encontra abrigo. Ou se perde de vez.
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