eu não sou sua!

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WpMetadataNoticeLast published Sat, Dec 18, 2021
Em uma pequena cidade no interior de São Paulo, morava Jenny Queen. Ao completar 20 anos ela decidi fazer uma visita a sua irmã que já não havia a 4 anos, desde a morte de sua mãe. Depois de quase 1 ano já morando com sua irmã, ela acaba conhecendo um belo rapaz não tão velho quanto ela, mas o suficiente para lhe chamar a sua atenção. Ele parecia ter saído de um bom livro de suspense com uma pitadinha de romance. Depois de alguns dias que ela tivera conhecido este homem, Jenny começou a perceber que ele não era como um dos seus outros casos de romance, tinha alguma coisa diferente nele. Foi então que Jenny percebeu que esse relacionamento estava um pouco possessivo e assustador. Jenny não achou que se der ao trabalho de se apaixonar um pouco levaria a várias mortes. -quem é você?-disse Jenny extremamente apavorada com uma faca na mão. -voce não precisa ter medo de mim princesa. Como eu te disse, você é minha! -para, por favor!- ela implora entre soluços. -eu te disse que você seria minha. Apenas minha!-ele grita, indo em direção a Jenny como se quisesse a matar.
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ALVORADA

PLÁGIO É CRIME!!! *OBRA CONCLUÍDA* Quando eu, Rebecca Albuquerque, tive que me mudar para Uberlândia, nunca imaginei que conheceria pessoas e lugares fantásticos... Mas, aqui estou contando a cada um que estou perdidamente apaixonada por um par de indesvendáveis olhos verdes. Ele entrou na minha vida e no meu coração. Mexeu com os meus sentimentos. Me fez ter comportamentos que eu jamais pensei que teria e fez tudo isso sem uma cláusula sequer. Cada vez que aquele garoto esboçava um sorriso, por menor que fosse, era como se todo o meu corpo perdesse as forças. Eu me perdia em seus olhos, sorrisos e lábios. Tive novas experiências e amizades. Precisei guardar segredos. Apesar de que não esperava que diante de uma esfera tão amistosa houvesse pessoas próximas a mim que também viviam em silêncio. A curiosidade sempre foi um dos meus maiores defeitos, por isso, diversas vezes me colocava em maus lençóis. Mas, isso era tão grave para atrair olhares perversos? Então, passei a ser atormentada por minhas colegas de sala, não entendo se por minhas características físicas peculiares ou por minhas ações. Até o momento era algo comum de adolescência, só que ser perseguida por uma pessoa sequer tinha motivos (que eu conhecesse) para isso não fazia parte do roteiro.

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