O Pai da Minha Melhor Amiga

O Pai da Minha Melhor Amiga

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- Sou Catarina Vicentini, é um prazer conhecê-lo, senhor Ferraz - pronunciei, sentindo o calor subir ao meu rosto sob o olhar penetrante daquele homem extraordinário à minha frente. - Por favor, me chame apenas de Paulo - ele respondeu, mantendo seu olhar fixo em mim com uma intensidade que me fez sentir como se estivéssemos sozinhos, mesmo rodeados por todos. - É um prazer conhecê-la, Catarina. Minha filha falou muito sobre você, e espero que possamos nos conhecer melhor. Naquele instante, enquanto nossos olhares se cruzavam, eu mal imaginava que minha vida estava prestes a mudar para sempre. Ali estava ele, o pai da minha melhor amiga, um homem incrivelmente charmoso que exalava uma aura de confiança e mistério. O calor subiu ao meu rosto, e uma sensação desconhecida se instalou em meu coração. Mal sabia eu que, a partir daquele momento, iria me apaixonar perdidamente por ele, desafiando todas as regras e lealdades que havia construído até então.
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Mudança

Havia um adolescente escritor tardio com uma paixão platônica e a mania de fantasiar quando escrevi esta novela, prepare-se para um melindre ridiculamente juvenil. E cerca de quatorze anos depois ali estava eu, diminuindo os passos enquanto me aproximava da insípida casa, cujos portões continuavam vermelhos, embora desbotados, e entrecortados horizontalmente, possibilitando a vista do quintal por essas largas fendas. Que curiosidade me atingiu, como um raio que saiu curvado da casa repentinamente reviçada. Curiosidade em saber se ele ainda morava lá. Em relembrar seu rosto, realmente apagado pelo tempo, só vivia na minha lembrança o fato da beleza e da atração, e agora ele por inteiro deveria portar uma beleza deslumbrante. Apesar de ter ficado ligeiramente animado com esse pensamento sensual, eu já imaginava que ele não era o que eu era, tal como demonstrara na época; eu estava de fato curioso em saber apenas esse fato: aquelas pessoas daquela época ainda moravam ali? Se eu tivesse com quem apostar, apostaria que não.

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