"Entre os telhados das casas pulava a menina que mais tarde viria a morrer. Usava um vestido de renda, volumoso que só ela, e que brilhava a luz da lua como os olhos de um apaixonado qualquer. Para a menina, varal era passarela. Ela pulava nos telhados como um gato furtivo, e dos telhados, pulava nos varais, como uma dançarina de balé na corda bamba."
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