Story cover for O SEQUESTRO  by IsabelBatory
O SEQUESTRO
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Ongoing, First published Nov 25, 2021
Julia uma menina meio lerda e gentil, acha que tudo o que acontece em sua volta. É sua culpa.
Se ver em um cativeiro estranhamente limpo.... 

Seu sequestrador se auto intitula como um Deus somente para ela.

Embarque nesse carrossel de emoções, traumas, depressões. Sofra um pouco comigo, mas garanto que terá um final feliz.... ou não 

se amor é despedida

e o fim inevitável é sempre um adeus

não vejo justiça na vida

que teima em desgraçar os filhos seus.

amor de verdade é desprendimento,

um desalgemar da alma,

passagem só de ida com o vento,

uma esmola dada com calma.

prazo de validade?

quando a gaiola se abre

não importa a idade

apenas se sabe que é tarde.

dou-me por vencido.

o código de barras atesta:

produto podre, coração ferido,

acabou a festa.

culpa de quem?

do amor?

discordo, vou além.

o amor é indolor.

é desapego sincero,

um bem-querer que se quis,

um acenar singelo

de quem só quer ver o outro feliz.

responsabilizo pois,

os amantes.

que adiam, deixam para depois,

o que deveria ser feito antes.

os pulsos machucados

são libertos devagar...

com a jaula entreaberta

vou voltando a respirar:

posso voar!

mas prefiro ficar e esperar.

mais que amante, sou tola

por crer que a mola

do mundo é o amor.

e que o tempo não apaga

as contas das tecelãs do destino,

tampouco serve de adaga

para cravar no peito a lâmina do desatino.

as velhas costureiras me miram

com os olhos negros e enrugados

e tudo que me ensinam

é a não desistir do que está escrito e tatuado.

na pele

nas estrelas

no cerne

nas veias

e por escolher permanecer

sou refém da felicidade,

para contigo ser...

aprisionada por vontade.


Poesia escrita por uma pessoa que esqueci o nome, desculpe. 
Então leiam o livro...

                ISAH AGRADECE
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#175tortura
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Apesar da solidão que me assola e da descomunal amargura que cresce dentre meus ossos, falar de amor ainda é algo que faço com maestria. Não como romancistas lunáticos e os jovens que acabaram de se encontrar com o doce gosto da paixão. Não, é claro que não. Sempre fui capaz de enxergar cada uma das vertentes que compõem este sentimento tão incapaz de ser descrito. Amor. Há dor no amor. Há picos e vales que te levam da excitação até a eutanásia. Uma constante inconstante, que te leva do ápice até o abismo. Uma sequência de contradições e de sentimentos sem definições, daqueles que te proporcionam momentos onde até aquilo que sempre fora considerado ruim, se torna questionável. Se te faz bem ou se não, quem pode dizer? Vertigem, crise nervosa, ansiedade, pânico. Borboletas no estômago. Mas também há beleza no amor, onde até a maior amofinação pode ser perdoada. Quando os olhos cintilam, a afabilidade se descontrai e a compreensão surge sem teimar. Uma grande coleção de agradecimentos pelos mais pequenos gestos, uma paz que surge, leve e reluzente. Se instala e permanece, espalhando-se feito praga e deixando pelos ares os mais puros sentimentos. Alegria, compaixão, afeto, romance. Descontrole emocional. Há tantas vertentes, incoerências e variedades... Algo tão místico e indecifrável como tal certamente me tira o sono. E alguns versos, se me permite dizer. Escrevi, em madrugadas frias como o inverno - ou tão quentes como o inferno -, algumas vertentes das quais compõem aquilo que eu, como quem sou, acredito que seja amor. Não como um todo, não como uma única coisa, mas sim como tudo aquilo que compõe o tão magnífico sentimento, sobre tudo aquilo que há. Deixo aqui os meus versos, incoerentes e labirínticos, onde tento de alguma forma expressar, explicar, decifrar o que é o amor. Se chegou até aqui, meu caro, eu vos agradeço. Não são todos os que se dispõem a entender o amor de um escritor.
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