Flores Que Sangram

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WpMetadataNoticeÚltima publicación dom, dic 5, 2021
O medo pode ser apenas mais um dos sentimentos constantes em nossas vidas, mas até mesmo a imortalidade tem seu fim, quem dera fossemos como a água que corre rapidamente de seu fim, mas mesmo assim ela pode ser danificada, movidos pela incerteza pensemos sem tristeza pois a vida passa rápido, com frieza e destreza caminhamos pelas pedras para enfim chegar a terra florida. "Talvez eu seja como ele, vejo daqui suas veias pulsarem rápido, talvez eu devesse ser como ele, e ser desprovida de sentimentos mundanos" "Quero que desista, desista de mim" "Sinto muito mas a sua recarga não pode ser realizada tente novamente, mais tarde ou nunca" Será que merecemos mesmo chegar ao sonhado caminho das flores?
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Não, não havia esperança. As circunstâncias da vida, a palidez dos momentos e a bruma do coração talvez fossem os culpados. "O que pensar sobre a existência se não no fim dela?" - valia-se de um eufemismo para não acostumar com o absurdo da ideia que há tempos ganhava palco em sua mente. Enquanto lentamente se permitia definhar, Luana, a garota espremida entre a multidão, agarrada a um moletom vermelho e fones de ouvido por dentro capuz, não exigia nada além de uma cama quente, silêncio, um livro e brigadeiro de colher. Já não vivia. Existia. Dando continuidade à rotina fatigante unicamente pelo senso de obrigação e medo da morte. Habitava numa tempestade silenciosa. Um temporal eterno. Gelado e escuro. E foi lá, entre os trovões ensurdece(dores) e gritos mudos, que a figura do para-raios, de um jeitinho imprevisível, apareceu. Um para-raios de sorriso determinado e assumidamente incapaz de esquecer os relâmpagos que vira nos olhos dela. Luana ainda não sabia, mas o futuro do reino do terror estava seriamente ameaçado. '''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''' PLÁGIO É CRIME!

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