Relato de Uma Saudade - 2° Relato.

Relato de Uma Saudade - 2° Relato.

  • WpView
    Leituras 34
  • WpVote
    Votos 5
  • WpPart
    Capítulos 3
WpMetadataReadEm andamento
WpMetadataNoticeÚltima atualização sáb, abr 22, 2023
Quando alguém entra na nossa vida por querer ou não, e nos apegamos a ela, assim que ela parte a de doer, no nosso coração e no dela/e também. É meio impossível contrariar esse sentimento no começo ainda mas quando é alguém que gostamos muito ou estamos apaixonados. Depois de escrever Relato Proibido, eu escrevi Relato de uma Saudade, porquê? Porque tudo que começa um dia termina. Tudo que nasce, um dia morrerá. Todo amor que começa, será que um dia há de ter fim? Sinceramente, acredito que não. Para mim, o amor verdadeiro se transforma, mas nunca, em hipótese nenhuma acabará. Como disse o poeta Rubem Alves: Amar é como ter um pássaro pousado no dedo. Quem tem um pássaro pousado no dedo sabe que a qualquer momento ele pode voar. * Não permito adaptações das minhas obras. * * Baseado numa história Real. *
Todos os Direitos Reservados
#879
saudades
WpChevronRight
Junte-se a maior comunidade de histórias do mundoTenha recomendações personalizadas, guarde as suas histórias favoritas na sua biblioteca e comente e vote para expandir a sua comunidade.
Illustration

Talvez você também goste

  • Você Sempre Esteve Aqui? (Ficção Adolescente Original)
  • Corações ao Vento
  • Ecos do que Fomos
  • Te Encontrei Para Me Amar
  • FRAGMENTOS
  • Minha Elisabeth 2.0
  • Cartas Sem Destinatário
  • QUANDO NÃO SE MORRE DE AMOR... cartas, poemas e contos de uma mente apaixonada
  • 59 dias com você
  • Fragmento de nós

Karina está no último ano do ensino médio e vive cada dia como se fosse apenas uma repetição do anterior. Sua vida é monótona, cercada por rotinas previsíveis, poucos amigos e a firme convicção de que o amor não foi feito para ela. Ela se sente deslocada num mundo que parece correr rápido demais - desacreditada de finais felizes, mesmo acreditando que existe um ser maior que ama a todos, incondicionalmente. Seus refúgios são simples: o pôr do sol no parque, o céu azul em dias calmos e os patinhos nadando no rio da cidade. Coisas pequenas que, de alguma forma, ainda a fazem sentir. Karina tem 17 anos, um gosto musical duvidoso e uma alma que observa o mundo em silêncio. Ela acredita que viver, de verdade, talvez nunca vá acontecer com ela. Mas como todo dia é um novo dia, sempre chega aquele dia que muda tudo. E, quando chegar, Karina vai se perguntar se o amor realmente nunca existiu... ou se ele sempre esteve ali - bem diante dos seus olhos. © no copyright está é uma obra escrita inteiramente por mim, fruto do meu esforço e dedicação. por favor, preservar os direitos autorais.

Mais detalhes
WpActionLinkDiretrizes de Conteúdo