Pedaços universais de subjetividade jogados a esmo. O presente amontoado de pensamentos e palavras nada mais é que uma fala, uma representação de vida e mera fantasia; fantasia viva. Em ordens e modelos duvidosos, dedico esse pequeno conjunto de cacos existenciais, a quem pensa demais, a quem por vezes se perde dentro de si, a quem sente e vive, a quem foge e desmonta, a quem é real, ou não. No mais, o dedico às nossas mudanças, aos nossos olhos que saltam diante do novo, de nossa efemeridade, dos nossos sentidos que quebram, das visões só nossas.
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