Fly!
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WpMetadataNoticeLast published Wed, Mar 2, 2022
No acento frio e com uma linda vista ao meu lado de belas nuvens, que mais pareciam algodões doces no céu me debulhava em meus momentos da viagem e pensava no meu amanhã. Pois bem, eu estava indo de volta para minha segunda casa ou melhor minha casa, onde sempre me senti mais -tranquila- e aproveitava mil vezes mais do que no Brasil, que foi onde eu nasci e onde fui adotada, mas que nem tive tempo de aproveitar de verdade. Essa não é uma história triste, as pessoas veem as crianças que foram adotadas ainda quando bebês, como se fossem sem tristes ou revoltadas, eu perdi meus pais biológicos e fui para em um orfanato... está tudo bem, eu era um bebê e mal lembro deles, pelo o que meus pais adotivos me contam, eles logo que me viram se encantaram.
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{NÃO ACEITO ADAPTAÇÕES} Ser um escritor renomado na Tailândia era um verdadeiro sonho se tornando realidade. Minha vida não poderia estar mais perfeita, meu casamento seria em duas semanas com a pessoa mais improvável de todas (Minha melhor amiga), quem poderia imaginar que tantos anos de amizades resultaria nisso? Então quando me deparei com o desafio de escrever um romance de época, minha mente ferveu em ideias, e assim que vi uma matéria sobre uma feira de antiguidades na cidade, decidi ir até lá, buscando inspirações. E quando aquela moça misteriosa me abordou, me oferecendo um medalhão estranho, decidi comprar apenas para ajudá-la. Não faria mal algum um colar velho como aquele, não é? Era isso o que eu pensava e eu nunca estive tão errado. E naquela primeira lua cheia do mês eu senti uma necessidade fora do comum de usá-lo e quando o brilho prateado da lua refletiu nele, tudo ao redor se tornou turvo, me deixando zonzo e quando pisquei os olhos eu estava em meio à árvores enormes e próximo de um pequeno lago. Como eu vim parar aqui? Eu me questionava, sem saber que estava longe da minha cidade, da minha noiva, da minha família, e longe do meu próprio mundo...

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