Um perito criminal, movido pelos flashbacks assustadores de sua infância, tem sua vida virada de ponta cabeça com uma oportunidade estranhamente chamativa. Mal sabe o perito, de olhos pretos como a escuridão da noite, Jeon Jungkook, que sua vontade avassaladora de se juntar aos pais, traria a ele uma nova perspectiva do que ele ainda não conhecia, o significado de viver.
Líder de gangue, correção, família. Os Heaven, não gostavam de serem chamados de gangue, e sim família. A família mais temida e mal compreendia da Coreia do Sul, mais precisamente, Seul. Liderada por um dos homens mais magníficos já conhecidos; o verdadeiro significado de luxuria, Park Jimin demonstrava isso sem esforço nenhum. Ele era um filho da puta, mas um filho da puta muito atraente, e o pior, ele sabia muito bem disso. Um completo babaca, egocêntrico, filantropo e multibilionário, não deixava de demonstrar seu completo talento em comandar, tendo como resultado uma das gangue mais temidas da história; (Pablo Escobar beijaria seus pés, se estivesse vivo). Todo esse seu egocentrismo e marra, começa ser ameaçado, mas ele não leva em consideração isso, ignorando.
Ah, pobre Jimin... Mal sabia ele, que também, conheceria o verdadeiro significado de viver.
Park e Jeon, iriam ter seus visões limpas, assim fazendo com que toda aquela sujeira de dor, sofrimento e angústia irem embora, finalmente enxergando e entendo a diferença entre sobreviver e viver.
[Conluída] Park Jimin é um renomado CEO, dono de uma das mais prestigiadas empresas de tecnologia, não só da Coréia, mas também estando no ranking global das melhores empresas de tecnologia do mundo.
Tendo a vida regida de compromissos e responsabilidade em grande escala, a progressão de sua vida amorosa sempre acabava ficando em último plano, por falta de tempo e interesse.
Mas tudo muda quando um funcionário desconhecido cruza seu caminho, chamando-lhe a atenção e despertando-lhe um interesse descomunal e extremo que não consegue evitar.
Jeon Jungkook, esse é o seu nome.
" A forma como ele levava a taça até a boca e bebericava o vinho com tanta maestria mesclada ao desejo, com os olhos tão negros quanto a escuridão da noite fixados em mim, me deixava hipnotizado. A forma como ele despertava os meus desejos mais profundos e obscenos com tanta facilidade, me incomodava.
Como se ele fosse o próprio deus disso tudo.
Ele era a própria personificação de Dionísio "
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