historia da vida

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WpMetadataReadMatureComplete Sat, Jan 7, 2023
Um dia descobrimos que beijar uma pessoa para esquecer outra é bobagem. Você não só não esquece a outra pessoa como pensa muito mais nela... Um dia nós percebemos que as mulheres têm instinto "caçador" e fazem qualquer homem sofrer... Um dia descobrimos que se apaixonar é inevitável... Um dia percebemos que as melhores provas de amor são as mais simples... Um dia percebemos que o comum não nos atrai... Um dia saberemos que ser classificado como "bonzinho" não é bom... Um dia perceberemos que a pessoa que nunca te liga é a que mais pensa em você... Um dia percebemos que somos muito importante para alguém, mas não damos valor a isso... Um dia percebemos como aquele amigo faz falta, mas ai já é tarde demais... Enfim... Um dia descobrimos que apesar de viver quase um século esse tempo todo não é suficiente para realizarmos todos os nossos sonhos, para beijarmos todas as bocas que nos atraem, para dizer o que tem de ser dito... O jeito é: ou nos conformamos com a falta de algumas coisas na nossa vida ou lutamos para realizar todas as nossas loucuras...
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Existem alturas na vida em que a coisa fica feia. Descobres que aquele que achavas ser o fundo do poço, afinal não é, porque a porra do fundo do poço fica sempre um bocadinho mais abaixo. Mas sabes que mais? Também tu tens mais força do que aquela que achavas que tinhas. Tens mesmo. Por isso se diz que o frio é sempre do tamanho do cobertor. Aquilo que eu descobri com a viagem interior que comecei (e continuo) é que podemos (e devemos) aproveitar os "fundos do poço da vida" para nos impulsionarmos de volta à superfície. Descobri que somos sempre mais capazes do que o que julgamos ser e que as certezas que (achamos que) temos não têm nada de certo e é precisamente aí, nessa capacidade de procurar mais perguntas do que respostas, que a vida se faz. Descobri que quem não tem pé não pode dar coice, como diz a minha mãe. Isto trocado por miúdos, quer dizer que cada um de nós só dá de si aquilo que tem lá dentro. Dar mais ou menos depende de cada um, não de nós, por mais que gostássemos de poder mudar isso. Aprendi a aceitar que não é possível (além de ser absolutamente desnecessário e uma tremenda canseira) agradar a toda a gente e que aquilo que acham que sabem sobre ti não é problema teu. Quando a vida pega em ti e te deita ao tapete uma e outra vez, tens que lhe mostrar a tua veia de "sempre em pé". Vais cair, sim senhora, esfolar mãos e joelhos mais vezes do que gostarias, mas começas a levar cada vez menos tempo a levantar-te. Vais saber escolher melhor os combates que valem a tua energia. Chama-se resiliência e é a chave para uma existência feliz.

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