Talvez ou nunca mais

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WpMetadataNoticeLast published Wed, Jul 6, 2022
Véspera de Carnaval. Um coração partido. Uma aliança de noivado. Blecaute. Caos. Entre idas e vindas na Emergência do hospital, Vilma só quer passar o feriado em paz, longe das preocupações do trabalho. Isso pode significar enfrentar a mãe, contrariar os conselhos dos seus melhores amigos e se descobrir coberta até a testa na maior operação policial do Centro-Oeste. Adicione também um blecaute no meio disso tudo. Nada muito complicado, né? Eu era a protagonista que tinha tropeçado em erros e aceitado a primeira proposta de ajuda para sair das garras da bruxa má, mas as instruções eram para criar minhas próprias algemas. O leitor retorna ao Quadradim em sua segunda noveleta para encontrar novos personagens, novas paisagens e, principalmente, novas histórias. "Mais do que uma aventura, drama e comédia, é uma história de superação lindamente narrada" - Raquel M. Linhares Chick-Lit Classificação Indicativa: 14 anos
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"Certa vez, uma estudante perguntou à antropóloga Margaret Mead: "Qual é o primeiro sinal de civilização?" A estudante esperava que ela dissesse um pote de barro, uma pedra de amolar ou talvez uma arma. Margaret Mead pensou por um momento, depois disse: "Um fêmur curado". [...] "Um fêmur curado mostra que alguém cuidou da pessoa ferida." Com a vida se alastrando em todas as direções temos a tendência de esquecer os atos, que ao serem perpetuados, contribuíram para que continuemos aqui. Nos passos de uma criança, na vigilância dos jovens, as precauções na fase adulta... Até chegar na mudança de ritmo dos idosos. O cuidado está em todos os lugares, a ausência dele ou o seu exagero mudam para sempre os rumos dos indivíduos. Nesse recorte de apenas um dia acompanhando o casal Park Chaeyoung e Lalisa Manoban veremos essa sensibilidade em todos os lugares após o período de incertezas em uma cama de hospital ter chegado ao tão aguardado fim. Mas o que fica nelas? Somente a certeza da cura é o necessário para poderem seguir? As cicatrizes das feridas atuais e do passado ainda são presentes em suas vidas e o que elas podem fazer é olhá-las de perto, compreendendo o medo de sua existência.

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