o Navegante e o Elemental

o Navegante e o Elemental

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WpMetadataReadTerminé ven., nov. 10, 2023
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Histoires vraies
Um navegante que se preze continua a navegar mesmo com a vela despedaçada. A grandeza não é onde permanecemos, mas em qual direção estamos nos movendo. Devemos navegar algumas vezes com o vento e outras vezes contra ele, mas devemos navegar, e não ficar à deriva, e nem ancorados. Para navegar contra a corrente são necessárias condições raras: espírito de aventura, coragem, perseverança e paixão. Esses princípios rondam o navegante Ezequiel e a paixão pelo mar é tamanha que ele enfrentará as ondas mais profundas para deixar um Elemental de um local para outro. Bem vindo as terras de Zoien...
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#4
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Nos confins do mundo, onde o sol se põe e jamais retorna, existe uma cidade maldita, conhecida apenas pelos sussurros daqueles que ousam falar seu nome: Falthor'Zurid. Erguida sobre as ruínas de uma civilização esquecida, a cidade repousa sob a mais profunda escuridão, mergulhada em trevas sufocante por um véu de magia antiga e corrompida. Séculos atrás, Falthor'Zurid foi um reino próspero, governado por uma casta de magos poderosos. Esses feiticeiros haviam feito um pacto com entidades de além do véu, seres de poder incomensurável que prometiam sabedoria e domínio sobre o tempo e a vida. Contudo, esses pactos exigiam sacrifícios, e o orgulho dos Eldruin levou-os a um erro fatal. Na busca pelo poder absoluto, os magos abriram um portal para o Abismo de Zerithar, o plano onde os Deuses Sombrios residem. Quando o véu entre os mundos foi rasgado, as forças que emergiram não foram de sabedoria, mas de puro caos. Uma praga de sombras devorou tudo em seu caminho, transformando o povo de Falthor'Zurid em espectros famintos e escravos da escuridão. Aqueles que sobreviveram ao cataclismo ficaram amaldiçoados. Seus corpos foram corrompidos pela escuridão, deformados, tornando-se algo entre o humano e o espectro. Vagando entre o mundo dos vivos e dos mortos, os habitantes de Falthor'Zurid foram condenados a uma eternidade de agonia. A cidade tornou-se um mausoléu vivo, seus edifícios de pedra negra cobertos por runas antigas, pulsando com uma energia sombria.

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