Pegadas na Areia

Pegadas na Areia

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WpMetadataReadComplete Tue, Jan 27, 2015
"Uma noite eu tive um sonho, sonhei que estava andando na praia com o senhor. Atrás do céu passavam cenas, que eram da minha vida. Para cada cena que passava, percebi que eram deixadas dois pares de pegada na areia. Um era meu, o outro do senhor. Quando à última cena da minha vida passou diante de nós, olhei para traz, e notei que muitas vezes no caminho da minha vida, havia apenas um par de pegadas na areia. Notei também, que isso ocorreu nos momentos mais difíceis e angustiosos do meu viver. E isso oborreceu-me então perguntei ao senhor tu me disseste que uma vez que eu resolvi te seguir, tu andarias sempre comigo todo caminho. Mas notei que durante as maiores tribulação do meu viver, havia na hareia apenas um par de pegadas, não compreendo por que. Bas horas que eu mais precisava de ti, tu me deixastes. O senhor me respondeu: -Meu precioso filho, eu te amo e jamais te deixarei nad horas de tua prova e do teu sofrimento. gente obrigado por esta lendo mas não vai dar para terminar
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Eu nunca pude escolher na vida desde que me conheço por gente. Sempre fui escolhida e obrigada a aceitar. Eu não podia lutar contra o que o destino reservou pra mim. E foi assim com meu destino traçado e decretado na ponta de uma pena feita por um contrato entre reis, que assinaram a minha sentença me condenando a tristeza eterna ao lado de quem eu não sinto nada além de repulsa e ódio. Me casei aos 23 anos com Edgar Hernández, fui um prêmio de uma guerra onde o meu Reino Bertollini perdeu e o Reino Hernández ganhou, não havia como desfazer o combinado, Reis não voltam atrás de suas decisões. Meu marido não era um bom rei, era tirano, tirava parte da arrecadação dos impostos e guardava para si, combinava com o padre de ter metade do dízimo em troca de proteção para a igreja e todos os sarcedotes, nenhum súdito gostava de seu reinado e quem contrariava era condenado a forca em praça pública. Ele também não era um bom esposo, saía todas as noites para gastar com bebidas e mulheres, tinha uma mulher por noite ao seu dispor, voltava bêbado e quando não voltava era porque tinha dormindo com a amante fixa dele. Reclamava que eu não o satisfazia, que eu não cuidava bem dos afazeres como senhora da casa e sempre me lembrava que eu era apenas um enfeite obrigatório, pois como rainha eu não podia ter poder nenhum, era muda e surda quanto as decisões reais. Foi em uma noite que tudo aconteceu e desde aquela manhã eu sentia que o dia terminaria de modo trágico. Edgar estava morto em meus braços. Quem poderia ter matado Edgar Hernandez? São tantos inimigos que não cabem na lista os suspeitos. Digo sem medo de parecer cruel, agradeço quem o matou, você me trouxe uma liberdade provisória até chegar o próximo e me tomar como esposa. Nunca pude escolher, mas eu posso dar um novo rumo ao meu destino. Obs: não é fanfic!

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