Seres das Sombras - O Vale

Seres das Sombras - O Vale

  • WpView
    Reads 9,625
  • WpVote
    Votes 527
  • WpPart
    Parts 44
WpMetadataReadOngoing
WpMetadataNoticeLast published Sun, Jan 7, 2024
WpInfo
Fiction
Fantasy
Algo de obscuro parece pairar sobre Sirius Falls, onde as Sombras espreitam cada passo de Victória Miller. Tudo pareceu ter inicio no seu décimo sexto aniversario, naquela velha e misteriosa loja de discos. Seus flashbacks e apagões aparecem antes de acontecer alguma morte e são capazes de mostra-lhe um futuro não muito distante. Atemporais, Seres das Sombras e caçadores vão confundir sua mente, e confiar em todos ao seu redor parece ficar cada vez mais difícil, todos parecem esconder um grande mistério. Adam é o misterioso descendente dos fundadores da pequena Sirius Falls. Reservado e inabalável. Charlie, o Espectro dono dos olhos cansados e azul gelo. Calmo e soturno. "Uma silhueta debaixo de um salgueiro chamou a minha atenção. Um capuz escondia seu rosto. Eu não precisava ver seus olhos para saber que estava encarando-me. O tempo pareceu congelar enquanto ele ainda me encarava, mesmo que eu tentasse, não conseguia tirar meus olhos dele. Um frio intenso percorreu minha espinha. O atemporal foi quebrado pelo crocitar de um corvo sobre a sirene da ambulância. Voltei meus olhos ao salgueiro. Não havia nada, a pessoa se dissipará como um sonho." Que os quatro elementos estejam sempre ao nosso favor. Trilogia Seres das Sombras.
All Rights Reserved
#23
creepypasta
WpChevronRight
Join the largest storytelling communityGet personalized story recommendations, save your favourites to your library, and comment and vote to grow your community.
Illustration

You may also like

  • 𝐶𝑜𝑟𝑡𝑒 𝑑𝑒 𝑆𝑜𝑚𝑏𝑟𝑎𝑠 𝑀𝑒𝑙𝑜́𝑑𝑖𝑐𝑎𝑠
  • 𝑻𝒐𝒓𝒎𝒆𝒏𝒕𝒂 𝒅𝒂 𝑷𝒓𝒊𝒎𝒂𝒗𝒆𝒓𝒂 - 𝒂𝒛𝒓𝒊𝒆𝒍.
  • 𝘈𝘴𝘵𝘳𝘢'𝘴 𝘓𝘦𝘨𝘢𝘯𝘤𝘪𝘦𝘴 | ˢʰᵃᵈᵒʷʰᵘⁿᵗᵉʳˢ
  • Reflexos, de culpa e amor...{♡} Clace {♡}
  • Os Filhos do Tempo 2 - A Origem da Vida
  • Angelaris - O Despertar
  • Criaturas Celestiais - A Ascensão [CONCLUÍDO]

Sorrir não é o mesmo que estar bem. Não falar não significa não ter nada a dizer. Azriel sempre guardou para si tudo o que sentia. Suas cicatrizes são muito mais profundas que aquelas em suas mãos, seu passado ainda paira sobre ele como um fantasma e, mesmo cinco séculos depois, continua tentando se livrar daquilo e fugir do que é. Gwyn é como um Raio de Sol, ela é como a luz, sempre sorrindo e rindo e conversando, o que torna fácil com que as pessoas não enxerguem as feridas por baixo do sorriso, que esqueçam que ela também está machucada e lutando contra a culpa e o luto e as memórias e marcas de seu passado. Após meses de convivência, o encantador de sombras e a sacerdotisa acabaram se aproximando um do outro. A partir de apostas e discussões bestas, de provocações e desafios, eles se tornaram amigos. Uma espécie de ligação se instalou entre eles. E eles que pareciam ser tão diferentes, acabaram encontrando um no outro semelhança, entendimento. Acabaram se vendo em reflexo, como duas partes de uma coisa só. Ambos carregam traumas e cicatrizes, se sentem indignos, ambos são acordados por memórias em forma de pesadelos e é nesse ponto em que acabam se encontrando um no outro e a partir desse entendimento, um acordo implícito e silencioso de se ajudarem, de serem ouvintes um do outro ou simplesmente estarem presentes quando precisarem, um acordo que não foi planejado, que sequer foi preferido, mas que nasceu da necessidade deles de estarem juntos. Antes que percebam, Azriel e Gwyn se tornam muito mais importantes um para o outro do que seriam capazes de expressar. Um sentimento que vai além da amizade, forjado em compreensão e confiança e carinho e do mais puro tipo de amor. E no momento em que a guerra parece se solidificar no horizonte, eles se unem ainda mais, para proteger tudo aquilo que mais importa: a família que eles encontraram. Tudo o que têm. Eles farão de tudo para salvar isso, mesmo que signifique revela

More details
WpActionLinkContent Guidelines