Ela se chamava Sol, e o nome combinava com a figura realmente radiante que ela era, de uma beleza única, encantei-me no momento em que a vi entrando no bar. Não temos uma história para ser contada, conheci-a no dia anterior ao assalto e decidimos cometer o crime no café da manhã na padaria ao lado da lotérica.
Algumas boas conversas e outras boas bebidas, a noite transbordava sexualidade, beijamo-nos apaixonadamente como se tivéssemos nos conhecido em vidas passadas e, sem precisar perguntar, a peguei pelo braço e rumamos a minha “kitchenette”, que felizmente ficava próxima ao bar.
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