A Morte do Mundo

A Morte do Mundo

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WpMetadataNoticeLast published Wed, Aug 31, 2022
Uma ancestral ganhará um poder irreconhecível aos olhos dos seres mortais, que irá ser concedida a uma divindade um dom único no templo dos Deuses sendo conhecida de Hana, a qual o seu significado "o dom da graça dos deuses''. Em que sua função como "ceifadora de almas" que as guiam para o descanso eterno , mas também aquele que foi injustiçado em sua vida passada será recompensado com uma segunda chance, o enviará de volta ao mundo dos mortais, no entanto todo aquele que desperdiçar a dadiva que concederá ou retirar de inocentes por conta própria será lançado ao submundo . O templo Kobayashi construído por Hana para sua linhagem nunca chegar ao fim, onde seus descendentes são treinados e ensinados para servi-los. Dessa forma, uma garota chamada Kin conhecida pela sua rebeldia no templo, por desrespeitar os mais velhos, vagabundear nas aulas e por maioria das vezes desobedecer a anciã. Assim, mesmo que sua teimosia é controversa aos seus deveres terá de desobedece-la, pois uma fonte maligna está por vir....
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No crepúsculo entre a luz e as sombras, onde o passado e o presente se entrelaçam como fios de um destino oculto, surge Amanay Saimory, uma jovem com uma alma fragmentada e um coração que palpita em busca de respostas. Ela vive como uma flor silvestre em um campo sem fim, sem saber que a terra que a alimenta guarda segredos antigos, enterrados nas raízes de sua linhagem. Certa noite, o caos toma conta das ruas de Shibuya, e, entre as estrelas que caem do céu, Sukuna, o Rei das Maldições, desperta das profundezas. No corpo de Itadori, ele observa o mundo se desfazer, mas algo mais o prende: o brilho familiar de um olhar perdido no tempo. Uma presença que, como um reflexo esquecido, ecoa em sua memória como um amor perdido, uma rainha que jamais governou. Amanay é sua reencarnação, mas ela caminha como um ser desmemoriado, sem as chaves de um passado que ainda pulsa nas sombras do seu ser. Sukuna, como um deus aprisionado em carne humana, encontra nela o eco de sua paixão perdida, mas também a dor de um destino imutável. Ele sabe que ela é a chave para um poder que não mais existe, mas também o gatilho para um amor que se foi, engolido pelo tempo e pela traição. Mas, ao contrário dele, Amanay é uma página em branco, uma alma que não sabe do peso que carrega, como uma vela que não lembra a chama que já foi. Enquanto Sukuna a observa, um jogo de escuridão e luz começa a se desenrolar, onde o passado ressurge como uma tempestade, e os fios da realidade se entrelaçam em uma tapeçaria de escolhas e consequências. A pergunta que permanece é: poderia um amor perdido renascer no corpo de outra? No final, quem é ela realmente? A garota humana que caminha por Shibuya? Ou a rainha das maldições que, no fundo, sempre soubera que seu coração não batia por este mundo?

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