Babel
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WpMetadataNoticeLast published Fri, Sep 16, 2022
"Do deserto veio a devastação, os ventos que cortavam os muros da fortaleza magnânima. Junto do vento, uma mancha escura, que trazia trovas sobre o fim, a tormenta em sua própria voz. Assim caiu Babel." Dois anos depois de um evento chamado "A Morte de Deus", um forasteiro chega aos portões negros de Babel, mudando a vida de um jovem príncipe em meio a tempos de terror. Não é o intuito deste texto desrespeitar qualquer religião. As estórias contadas aqui não passam disso, estórias. Qualquer nota sobre o texto pode ser feita na barra de comentários, será um prezar ler qualquer crítica ou observação deixada.
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Limiar

"Sob a luz clara do anoitecer, quando o sol voltar a morrer e noite assim renascer, os limites do coração e da alma serão definidos pelo poder." No crepúsculo obscuro do outono, o céu fora tingido com as cores das velhas heranças e das lendas passadas, tecido pelas mãos do destino e enfeitado por um empobrecido vislumbre de esperança. Eras escritas por aqueles um dia coroados pelo poder, outrora ditadas pela glória e por um desejo a se conceder, desfazendo-se no sangue das almas perdidas e no suspiro mortal de memórias jamais esquecidas. De acordo lendas e até mesmo feridas, jaz a ordem renascida em meio ao alvorecer amaldiçoado, marcada pela queda divina e o espírito atormentado nas sombras da magia e no orgulho envenenado. Não se pode escapar do passado sabendo que um dia ele já foi o presente, tendo deixado cicatrizes que o sol nunca irá curar, e os rastros da essência daquilo que poderíamos nos tornar. Luz e escuridão; Quando essas são as únicas forças a emergir da própria alma, seria presunção acreditar em esperança? Ou talvez esse fosse o refúgio do desespero?

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