{CONCLUÍDA} Hanny escreve como quem tenta aprisionar o tempo, como quem se agarra ao instante antes que se dissolva. Em cada linha, desenha Jungkook-não apenas como um nome, mas como uma febre que queima sob a pele, como uma constelação que se refaz a cada ausência. Entre o deslumbramento do primeiro amor e as cicatrizes inevitáveis do crescer, escreve para lembrar, para reviver, para não deixar que o fervor se apague. A lembrança em eternidade - porque amar também é uma forma de resistir ao esquecimento.
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