Shelter
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WpMetadataNoticeLast published Fri, May 2, 2025
*Por amor você faria tudo. Mas e quando tudo não é o bastante?* Num mundo onde o passado não dorme - apenas se esconde nas frestas do presente - dois irmãos são lançados à beira do abismo. Jacob e Benjamin. Dois nomes ligados não só pelo sangue, mas por um amor que desafia a lógica, o tempo e a dor. Depois que a mãe é arrancada de suas vidas de forma cruel, o pai, David, mergulha numa obsessão cega por justiça - e, em nome disso, entrega o filho mais novo ao próprio inferno. Benjamin não é levado... ele é vendido, descartado por quem deveria protegê-lo. Nas mãos da seita, ele aprende o que é sobreviver sem nunca realmente viver. Aprende a engolir o choro, a sorrir com medo, a calar os próprios gritos. Jacob, com o peito feito de feridas mal costuradas, recusa-se a deixar o irmão para trás. Se o mundo o quebrou, que seja - mas não vai levar Benjamin também. Numa corrida desesperada contra o tempo e contra monstros disfarçados de humanos, ele se agarra ao que restou: a promessa silenciosa de que ainda pode salvá-lo. Mas quando os dois finalmente se reencontram, a dor já criou raízes. Os abraços carregam memórias demais, os olhos evitam verdades que doem demais. Eles não são mais os mesmos - e nunca mais serão. Ainda assim, no meio do caos, há algo que resiste. Algo que pulsa. Algo que nunca cedeu: o amor entre eles. Essa é uma história sobre irmãos. Sobre perdas que rasgam, sobre escolhas que matam pedaços da alma. Sobre o tipo de amor que não grita, mas permanece. E sobre como, mesmo na escuridão mais absoluta, basta uma fagulha - uma única - para reacender tudo de novo. No fim, quando tudo não é o bastante... o amor ainda está lá. Sendo escudo, esperança viva... sendo chão, sendo teto, sendo o que te mantém de pé.
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Nascida do sangue de sacrifícios, forjada no pecado da ira, ela ergueu-se das cinzas do inferno para desafiar a divindade dos céus - onde anjos e deuses aplaudem o entretenimento, enquanto demônios e almas sem rótulo sangram por espetáculo. Mas o que não foi destruído... aprendeu a devorar. Criada entre igrejas que exalam hipocrisia e mansões que escondem cadáveres sob o mármore, ela é filha de um mafioso que nunca a reconheceu - e de um padre que pregava o inferno enquanto abusava da fé. Ela não pertence ao céu nem ao crime. É um erro que respira entre mundos que tentam silenciá-la. Entre bailes mascarados e arenas subterrâneas onde a elite bebe o sangue dos pobres como vinho raro - foi onde ela foi nomeada como maldição. Enquanto os abastados vestem ternos manchados de inocência e assistem crianças morrerem como parte de um espetáculo financiado por aplausos, ela jurou vingança. Uma vingança. E ela queima. Dizem que o universo liga almas gêmeas por fios vermelhos invisíveis. Mas o dela foi cortado à força - e amarrado ao coração do próprio Diabo. Um coração que pulsa no peito dela como maldição viva. E o dele? Ele carrega o coração dela... rasgado, dilacerado, ainda sangrando dentro do corpo morto que se recusa a apodrecer. E no meio do caos, há ele. Olhos de abismo, alma de veneno - um rei criado para destruí-la. Mas ele a deseja como se o inferno fosse pouco. Entre eles, nasce um amor doentio, ardente, feito de promessas quebradas e beijos que sangram. Não há salvação. Só obsessão. Fome. Ruína. Ele é a lâmina que corta em silêncio, o próprio diabo em forma de tentação. Mas ela... ela é o veneno que mata devagar - mais letal que o desejo, mais antiga que o pecado. Ela é Lilith. Ela não quer tronos - quer ruínas. É o nome gravado nas cinzas de um mundo que ela mesma queimou. É a queda de dois demônios que preferiram o abismo à salvação. Juntos, incendiaram o mundo - e chamaram isso de amor.

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