Toxic Music

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WpMetadataNoticeÚltima atualização seg, out 24, 2022
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É o melhor conservatório, é o pior conservatório, foi a era da sabedoria, foi a era da tolice, foi a estação da Luz, foi a estação das Trevas, era a primavera da esperança, era o inverno do desespero. Há algumas coisas que você aprende melhor na calmaria e outras na tempestade, mas quando você joga o jogo das competições, você vence ou morre. A partir desse momento, o mundo era dela para a música. Ela nunca mais se sentiria sozinha, nunca sentiria falta de amigos íntimos. Os instrumentos se tornaram seus amigos e havia um para cada humor. A partir desse momento, ele a conquistaria como ele mesmo ou como seu pseudônimo, mesmo que isso significasse machucar os sentimentos dela. - você... me lembra alguém - disse ela. - quem? - questionou. - meu marido.
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"- Você me quer lá... Apoio minha mão esquerda no colchão e a outra proximo ao seu rosto, desta vez sou eu que estou no comando. Seus olhos me queimam de um jeito bom, o frio se derretendo aos poucos. - Não sei porque, mas também quero estar lá... com você. - Passo meu dedo na sua bochecha carinhosamente, ela olha para o movimento e depois se perde em meu rosto novamente." 🫀 Um romance entre a amizade que se transformou em ódio. Faith sabia muito bem o que estava fazendo, cada palavra dita foi memorizada e ensaiada para ao menos gaguejar, era pequena, mas de infantilidade ou imaturidade não tinha nada. Parecia ter nascido em um corpo de criança quando sua mente era quase de uma adulta, uma fria, quieta, sozinha. Daquela vez foi tão explosiva, mas não se arrependia, o queria longe o suficiente para nunca mais ouvir sua voz ou sentí-lo novamente. Queria o deixar ir, mesmo que isso a machucasse em um lugar desconhecido de si. Queria que ele fosse feliz, que a deixasse, e sabendo que nunca aconteceria, o fez por ele. Porque ela sabia não ser suficiente para nada e nem ninguém, era muito quebrada para isso, deduziu isso após ser tão observadora com as crianças que tinham sua mesma idade. Ela não tinha nada igual a elas, fazia coisas que duvidava que teriam coragem, e não sabia se deveria se sentir arrependida, pois não sentia um remorso ou a sensação do errado. Era tão fria e gélida, desde que se entendia por gente que nunca pensou no que era a sensação do quente.

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