Hope LeBlanc • Clarke Griffin

Hope LeBlanc • Clarke Griffin

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WpMetadataNoticeLast published Wed, May 1, 2024
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The 100
Original Character (OC)
Books and Literature
TV Show
Existia algo mais poderoso que a esperança? Hope LeBlanc sabia que sim. Ao ter os seus pais assassinados pela arca, ela entendeu que o ódio e a injustiça eram sentimentos mais fortes. Naquele dia, Hope aprendeu em que um mundo de desesperança, se ter esperança era um fardo. E assim, ela ficou sem nenhum sonho. Aprisionada em seus próprios pensamentos. Mas, existia algo mais poderoso os sentimentos de ódio e injustiça? Hope LeBlanc achava que não. Dês dos seus 13 anos esse sentimentos são o que mantém a essência dela. Ela não sabia como ou se sequer podia viver sem essas emoções a controlando a maior parte do tempo. Ela não sabia mais o que era amar e o que era ser amado. Ao descer para Terra, uma nova chance de recomeçar surgiu, mas será que consegueria aproveitar essa oportunidade? Hope LeBlanc não sabia a resposta para essa pergunta. Não sabia o que fazer ou o que sentir. Ela apenas tinha certeza de uma coisa: ela se permitiria sentir.
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PLÁGIO É CRIME!!! *OBRA CONCLUÍDA* Quando eu, Rebecca Albuquerque, tive que me mudar para Uberlândia, nunca imaginei que conheceria pessoas e lugares fantásticos... Mas, aqui estou contando a cada um que estou perdidamente apaixonada por um par de indesvendáveis olhos verdes. Ele entrou na minha vida e no meu coração. Mexeu com os meus sentimentos. Me fez ter comportamentos que eu jamais pensei que teria e fez tudo isso sem uma cláusula sequer. Cada vez que aquele garoto esboçava um sorriso, por menor que fosse, era como se todo o meu corpo perdesse as forças. Eu me perdia em seus olhos, sorrisos e lábios. Tive novas experiências e amizades. Precisei guardar segredos. Apesar de que não esperava que diante de uma esfera tão amistosa houvesse pessoas próximas a mim que também viviam em silêncio. A curiosidade sempre foi um dos meus maiores defeitos, por isso, diversas vezes me colocava em maus lençóis. Mas, isso era tão grave para atrair olhares perversos? Então, passei a ser atormentada por minhas colegas de sala, não entendo se por minhas características físicas peculiares ou por minhas ações. Até o momento era algo comum de adolescência, só que ser perseguida por uma pessoa sequer tinha motivos (que eu conhecesse) para isso não fazia parte do roteiro.

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