Num termo qualquer, não sou qualquer um.
sou poesia,
minimalista,
mini maldade,
que nunca invade,
nem faz suspirar.
sou as palavras árduas,
que descem à seco feito remédio,
uma intempérie vulgar,
que "candeia" o amor em sua síntese,
na síntese de amar.
Essa é uma obra de poesia.
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A poesia está até no meu respirar, no ato de meus pulmões puxarem ar, transcrevo todo sentimento da mente e coração, sem sensura, sem limite emocional, um vasto livro de versos e rimas de tamanha adrenalina e emoção