O Caso de Rosalinne Orssow

O Caso de Rosalinne Orssow

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WpMetadataNoticeLast published Sun, Jan 25, 2026
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Fiction
Horror
"Lembro-me bem do dia traumático que vivi. Eu tinha um pouco menos de 8 anos. Como qualquer criança, eu gostava muito de brincar. Sempre em uma rua perto da minha casa, me encontrava com amigos que moravam por perto, onde em frente à essa rua havia um grande terreno baldio." Eu soo frio, enquanto me gesticulo para Luanne, a psicóloga. Paro por um momento, me ajeito no assento em aflição e continuo. "Todos os dias eu brincava naquela rua, e no mesmo horário, perto do escurecer. Em uma Sexta- Feira, na minha despedida aos meus amigos. Um vulto repentino no terreno baldio me chamou atenção. A mata era fechada, naquele horário, conseguia ver apenas alguns feixes de luz do entardecer, as altas árvores projetavam sombras fantasmagóricas. Em seguida uma risada curta e delicada ecoa pela escuridão da mata. Encarando-a por alguns segundos, presencio uma mão pálida e lisa vindo de trás de uma das árvores, como se fosse de um cadáver. Um cantarolar perturbador é vindo dali, com intensidade de baixa a alta. No seu clímax a figura demoníaca começava a aparecer por inteira e de trás da árvore permanecia, me encarando de volta com os seus olhos negros como diamante, porém ofuscados. Eles pareciam ter perdido a cor a bastante tempo. Sua aparência, mesmo jovem, sorria maliciosamente para mim. Existia provocação. Ousava tentar sair dali. Brincava comigo, assim como uma criança brinca com um brinquedo. Seu olhar ansiava em me ver ultrapassar o limite da mata. O olhar fixo aos meus, parecia ignorar qualquer sentimento que senti naquele momento. Em desespero, tento comentar com os meus amigos sobre a menina, até tentei apontar para onde ela estava para eles, porém nenhum conseguiu enxerga-la. A figura continuava a sorrir. Após este, todos os dias foram os mesmos ..... Inclusive o de hoje..... 9°🏅 em categoria "Terror" 14°🏅em categoria "Assombração" 1°🎖️em categoria "Arrepio" © Luiz Felipe V. 2024
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#19
lição
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Havia uma canção que dançava com o vento. Suave, etérea, tão doce quanto a brisa que balançava os galhos das árvores altas. Ela serpenteava pelos becos escuros, entre as frestas das janelas mal fechadas, tocando os ouvidos das crianças adormecidas. Ouvia-se um chamado ali, algo que os pequenos entendiam sem precisar de palavras. Um convite. Um segredo. Diziam que, além da névoa da floresta, onde os caminhos terminavam e os sonhos começavam, havia um jardim escondido. Um lugar onde as árvores floresciam com cores que não existiam em nenhum outro canto do mundo e onde riachos de água prateada sussurravam histórias antigas. Era um jardim encantado, diziam. E quem atravessasse seus portões nunca mais sentiria frio, fome ou dor. As crianças o chamavam de paraíso. Os adultos o chamavam de maldição. Porque aquelas que seguiam a canção nunca voltavam. E naquela noite, sob a lua cheia, a melodia voltou a ecoar pelas ruas da aldeia. E alguém estava ouvindo. ESSE É O MEU CONTO DO JARDIM ENCANTADO [SHORT-FIC] ✓ Obra de minha autoria! ✓Não autorizo adaptações ;) ✓Não tenho a intenção de ofender ninguém, isso tudo é fruto da minha imaginação.

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