A origem de Angelina sempre foi cercada por mistérios. Conhecida apenas como a irmã gêmea de Elena Gilbert, ela escondia um segredo que poucos poderiam compreender.
Embora fossem gêmeas, Angelina e Elena nunca foram iguais. Enquanto Elena era uma das raras duplicatas da linhagem de Amara, Angelina carregava uma herança ainda mais incomum: uma anomalia ancestral que desafiava tudo o que bruxas, vampiros e Originais acreditavam saber sobre as duplicatas.
Séculos antes, Tatia, a primeira duplicata conhecida, não nasceu sozinha. Antigos relatos mencionavam uma irmã gêmea que morreu no parto. Anos depois, Katerina Petrova também nasceu ao lado de uma irmã, Katrina Petrova, cuja existência foi apagada da história.
Mas não se tratava de uma exceção.
Ao lado de cada duplicata, uma segunda criança podia nascer, ligada à mesma linhagem ancestral de uma forma diferente. A maioria dessas irmãs morria cedo ou era esquecida, mantendo essa linhagem oculta por séculos.
Katrina foi uma das poucas que alcançou a vida adulta. Porém, quando Katerina fugiu para escapar do sacrifício planejado por Klaus Mikaelson, toda a família Petrova foi exterminada. Entre os mortos estava Katrina, e sua morte foi considerada o fim daquela estranha linhagem.
Até o nascimento de Angelina Gilbert.
Séculos depois, ao lado de Elena, surgiu uma nova herdeira dessa anomalia. Enquanto Elena carregava o destino das duplicatas, Angelina possuía uma rara variação da mesma magia ancestral da linhagem de Amara, tornando-se única até mesmo entre elas.
Se Elena era a chave para os planos de Klaus, Angelina poderia ser a peça que faltava para completar sua alma.
Em um mundo de vampiros, bruxas, híbridos e Originais, Angelina não era apenas a irmã gêmea de Elena. Ela era um segredo ancestral que jamais deveria ter sobrevivido, e justamente por isso poderia mudar o destino de todos.
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