Van Gogh, tintas e snickers era tudo que Aslan pensava quando criança. Mas tudo muda, quando seus pais morrem em um acidente de carro do qual só ele sobrevive. Tomado pela culpa de ter sido o único sobrevivente e a dor de nunca mais poder pintar de novo, o garoto vive uma vida cheia de problemas psicológicos e indiferenças com sua tia religiosa.
Até que um dia, em uma festa que seu primo pressionou-o a ir, Aslan encontra aquele par de olhos castanhos claros.
Vice-líder de futebol americano da Manhasset College, Aaron não conhecia outras cores além do preto, além de sempre estar ouvindo sua banda de rock favorita. Ele odiava humanas enquanto mandava ver nas aulas de exatas. Quem o visse com um sorriso a todo momento, não imaginaria as dores e o coração quebrado que ele tinha.
Forçado a crescer aos dez anos de idade, Aaron teve que arranjar um emprego para sustentar sua mãe viciada em drogas, enquanto tentava lidar com a rejeição do pai que os abandonou antes dele nascer.
Mesmo sabendo que não deveria se aproximar daqueles cabelos cacheados, Aaron não consegue ficar longe daquele garoto que ele tampouco conhece.
Mas tudo o que Aaron também queria, era ficar perto.
E ele ia.
⚠️ Atenção: Esse livro aborda temas sensíveis como depressão, transtorno de ansiedade, ataques de pânico, tentativa de suicídio, drogas, álcool e menção de abandono parental que podem gerar gatilhos a leitores sensíveis.
Não é recomendado para menores de 18 anos.
Elara sempre sonhou com um amor platônico, algo que acendesse sua chama e desse um propósito à sua existência. No meio desse caos, ela encontrou Trevor. No entanto, desde o primeiro encontro, a conexão entre eles foi marcada por um turbilhão de emoções intensas, onde o ódio e a atração se misturaram de forma perigosa. Eles se detestam, e essa aversão mútua é inegável, mas há uma química tóxica que os consome a cada palavra trocada, a cada gesto.
A presença de Trevor é tão intoxicante que Elara se vê perdida nesse ódio profundo, preferindo a morte a admitir que sente algo além de desprezo por ele. Para Trevor, o sentimento não é diferente; seu "ódio" por Elara o leva a realizar atos impensáveis, movido por uma obsessão que ele também se recusa a aceitar como algo além de rancor. Eles estão presos em um ciclo viciante, onde o que sentem um pelo outro os atrai e os destrói.
UMA AUTORIA MINHA, NÃO ACEITO "INSPIRAÇÕES" Em formar de plágio.