As flores do vizinho do quarto andar (Sendo Rescrita)

As flores do vizinho do quarto andar (Sendo Rescrita)

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    Capitole 14
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WpMetadataNoticeUltima publicare dum, aug 20, 2023
Com uma desculpa besta sobre plantas o tão temido vizinho do último andar acaba interagindo diariamente com seu vizinho do andar de baixo. César Cohen para aqueles que o conhecem fora da internet e como programador, Kaiser para os que acompanham suas lives e Angel of the night para aqueles que o procuram para trabalhos mais sujos, é conhecido também como o tão temido vizinho do quinto andar, o vizinho que as crianças do prédio em que mora veem poucas vezes, e por isso e pela sua aparência, para muitos ele passa uma ar desagradável e muito menos amigável. Ele acabou virando o típico vizinho que as crianças criam lendas e tem medo de trombarem com ele no corredor. Mas no fim, isso acaba nem o abalando, já que saber que crianças (e alguns adultos babacas) não gostam de sua aparência é apenas uma pequena parte de suas inseguranças diárias, e milhões de problemas que ele tem que resolver. Mas não esperava que o seu novo vizinho do andar de baixo, que tinha um apresso extremamente forte por plantas, acabou ouvindo da lenda do "vizinho do quinto andar" e acabou sentindo pena por suas flores que não duravam muito tempo vivas, mas no fim a solidariedade do homem nipônico acabou se tornando uma admiração e talvez uma paixão. (Arte na capa: @vantaseer no twitter)
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Havia um adolescente escritor tardio com uma paixão platônica e a mania de fantasiar quando escrevi esta novela, prepare-se para um melindre ridiculamente juvenil. E cerca de quatorze anos depois ali estava eu, diminuindo os passos enquanto me aproximava da insípida casa, cujos portões continuavam vermelhos, embora desbotados, e entrecortados horizontalmente, possibilitando a vista do quintal por essas largas fendas. Que curiosidade me atingiu, como um raio que saiu curvado da casa repentinamente reviçada. Curiosidade em saber se ele ainda morava lá. Em relembrar seu rosto, realmente apagado pelo tempo, só vivia na minha lembrança o fato da beleza e da atração, e agora ele por inteiro deveria portar uma beleza deslumbrante. Apesar de ter ficado ligeiramente animado com esse pensamento sensual, eu já imaginava que ele não era o que eu era, tal como demonstrara na época; eu estava de fato curioso em saber apenas esse fato: aquelas pessoas daquela época ainda moravam ali? Se eu tivesse com quem apostar, apostaria que não.

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