Rhys - A face do mal

Rhys - A face do mal

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WpMetadataNoticeLast published Fri, Jun 2, 2023
Com Rhys era assim tudo que ele via queria para si dinheiro, poder e mulheres e tudo que o dinheiro pode comprar bem.... quase tudo pois quando quando ele ele bota seus olhos em uma certa ruiva de um jeito meigo com um olhar que vai mexer com sua cabeça ao ponto de fazer ele esquecer sua primeira regra básica que é "nunca se apaixonar". Tilly Green uma jovem muito meiga e alegre e de bem com a vida e nunca se deixou abater pelas adversidades da vida Ly como era chamada carinhosamente por todos perdeu sua mãe muito nova sendo criada somente pelo pai que sempre lhe deu todo o amor do mundo ela sonhava em se casar por amor mas todas as suas percepções de amor caem por terra quando Rhys um certo mafioso que de uma hora para outra entrou em sua vida e mexeu bastante com ela mesmo sabendo dos riscos que era se envolver com ele. "Quando eu vi ele todo banhado de sangue foi uma visão horripilante ele parecia um anjo infernal eu quis fugir para bem longe mais ao mesmo tempo eu quis ficar eu não entendia as reações do meu corpo toda vez que ele me olhava daquele jeito como se quisesse me devorar" - Tilly "Ela parece um maldito anjo ruivo que me deixa totalmente fora de mim todas as vezes que sorria ela mexe com todos os meus demônios os deixando nas palmas de suas delicadas mãos" - Rhys
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E ali estava o meu grande amor, morto com uma adaga em seu coração, estava deitado naquela grama úmida, seu corpo gelado, sem cor alguma. Ele não tinha direito de ter feito. - Vamos Katherine, deixe-o ai seus pais estão lhe procurando. Um homem alto, de pele branca, esticava sua mão em minha direção, mas não enxergava seu rosto, só uma névoa em sua volta. - Me deixe, você não devia ter feito isso. -Coloquei as duas mãos sobre a ferida de meu amado- "Se no amor uma fada morre, no amor ela renascera, ate a verdadeira alma encontrar, ela voltara como a mim, e ele como você, ate juntos podermos viver" . - Não Katherine. Não faça isso. Já era tarde, a mesma adaga já estava em meu peito, sentia meu sangue escorrer, e antes da escuridão teve um clarão saindo de nós. Aos poucos meus olhos abriram, estava perdida em meu quarto. Que sonho maluco.

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