Perdição

Perdição

  • WpView
    LECTURAS 673
  • WpVote
    Votos 65
  • WpPart
    Partes 6
WpMetadataReadContenido adultoContinúa
WpMetadataNoticeÚltima publicación mar, ene 3, 2023
- O único corpo que eu quero tocar é o seu Ellen - aí estava ele, sua voz doce, seu olhar carinhoso, o Victor que eu conheço - Eu estou aqui com você, não com ela. - Victor falava e se aproximava de mim, eu não tinha para onde fugir dentro daquele carro, e não acho que eu fugiria se estivéssemos em uma rua cheia de espaço - Eu não estou nem aí se ela está fazendo gang bang em um beco, já você, eu perdi totalmente o controle quando vi aquele cara te tocando, meu corpo parecia estar fervendo de tanta raiva que eu sentia, e o pior, eu fiquei com medo, de você querer outro cara - Seu rosto se escondia em meu pescoço, seus lábios teciam beijos molhados ao pé de minha orelha, meu corpo reagia com facilidade aos seus toques, me arrepiando por inteira - Não faça isso de novo. Não deixe que outro cara te toque. Por favor Ellen. - Ele sussurrava em meu ouvido, eu estava perdendo totalmente minha postura, eu estava entregue a ele novamente.
Todos los derechos reservados
Únete a la comunidad narrativa más grandeObtén recomendaciones personalizadas de historias, guarda tus favoritas en tu biblioteca, y comenta y vota para hacer crecer tu comunidad.
Illustration

Quizás también te guste

  • cold heart
  • Addicted - Vinnie Hacker
  • Fire Game
  • Assumindo o Risco (Lee Know)
  • Professor, meu Pecado
  • fisioterapia - Jayvik
  • Hot Elegance (NingSelle)
  • O Padrasto /Nasci Para te Amar
  • 𝓓𝓮 𝓻𝓮𝓹𝓮𝓷𝓽𝓮 𝓪𝓶𝓸𝓻.

"- Você me quer lá... Apoio minha mão esquerda no colchão e a outra proximo ao seu rosto, desta vez sou eu que estou no comando. Seus olhos me queimam de um jeito bom, o frio se derretendo aos poucos. - Não sei porque, mas também quero estar lá... com você. - Passo meu dedo na sua bochecha carinhosamente, ela olha para o movimento e depois se perde em meu rosto novamente." 🫀 Um romance entre a amizade que se transformou em ódio. Faith sabia muito bem o que estava fazendo, cada palavra dita foi memorizada e ensaiada para ao menos gaguejar, era pequena, mas de infantilidade ou imaturidade não tinha nada. Parecia ter nascido em um corpo de criança quando sua mente era quase de uma adulta, uma fria, quieta, sozinha. Daquela vez foi tão explosiva, mas não se arrependia, o queria longe o suficiente para nunca mais ouvir sua voz ou sentí-lo novamente. Queria o deixar ir, mesmo que isso a machucasse em um lugar desconhecido de si. Queria que ele fosse feliz, que a deixasse, e sabendo que nunca aconteceria, o fez por ele. Porque ela sabia não ser suficiente para nada e nem ninguém, era muito quebrada para isso, deduziu isso após ser tão observadora com as crianças que tinham sua mesma idade. Ela não tinha nada igual a elas, fazia coisas que duvidava que teriam coragem, e não sabia se deveria se sentir arrependida, pois não sentia um remorso ou a sensação do errado. Era tão fria e gélida, desde que se entendia por gente que nunca pensou no que era a sensação do quente.

Más detalles
WpActionLinkPautas de Contenido