Rendida Ao Rei: Barbarraz

Rendida Ao Rei: Barbarraz

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WpMetadataNoticeLast published Wed, Sep 17, 2025
Ao ver seu senhor sendo morto pelo rei de Barbarraz, Amara Lewis se vê perdida diante de um decreto de morte. O rei ordena matar todos os criados de Malfoi Ghanter, um bandido que se escondia atrás dos lordes da cidade de Barbarraz. Amara e seu irmão não querem morrer, suplicam por piedade e assim, por um milagre o rei lhes dá, dando mais uma chance de Amara se redimir, trabalhando no castelo junto com os criados do rei. Hakon Holand Eratos III, é um rei que preza pelo seu povo. No auge dos seus 29 anos, ele se vê diante de uma situação ruim, após uma denúncia de bandidos que rondam a cidade e que vivem em Barbarraz. Ele então, junto com seus soldados, vão a procura desses bandidos. Em uma dessas execuções, ele encontra uma jovem criada e seu irmão que temem pela vida. Após seu mensageiro pedir para que não o fizesse, ele dá uma chance para a jovem serva. Ele dá a oportunidade de o servi-lo em seu castelo, em troca do perdão. Mas algo na jovem o desperta, não apenas é pelos cabelos ruivos ou sua boca avermelhada, mas sim algo em seu olhar que o faz despertar desejos obscuros. Algo nela o incomoda. Amara é diferente... Hakon gosta de coisas diferentes... Mas uma barreira que não poderá ser ultrapassada se põe em seus caminhos.
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Em um mundo regido por sangue, poder e silêncio, Evangeline nunca teve escolhas. Criada para obedecer, protegida demais para entender o que existe além das paredes da mansão, ela cresce alheia à brutalidade do império criminoso ao qual pertence. Sua inocência não é fragilidade - é resultado de um controle absoluto, de uma vida moldada para que ela nunca questione, nunca deseje, nunca escape. Com 17 anos seu destino é selado: ela será esposa de Constantine I, o grande patriarca do império. O casamento não é amor, é aliança. Estratégia. Um contrato silencioso. Evangeline aceita sem compreender totalmente o que aquilo significa... até ser rejeitada. Constantine I recusa a união sem explicações, deixando-a marcada pela humilhação e pelo peso de ser considerada insuficiente. Para evitar rupturas entre famílias, uma nova decisão é tomada às pressas: o irmão de Constantine assumirá o compromisso. Um acordo frio, feito sem que Evangeline tenha voz. Ela passa a pertencer a outro nome, outro destino, outra prisão. No jantar de noivado, cercada por homens perigosos, olhares calculistas e conversas que escondem ameaças, ele a vê pela primeira vez. E se perde. Evangeline, com sua postura contida, seus olhos que não sabem mentir e sua pureza deslocada naquele ambiente cruel, se torna tudo aquilo que ele jamais deveria querer. Mas quer. Intensamente. Irremediavelmente. Enquanto ela permanece inconsciente do perigo que representa - tão inocente que não percebe a obsessão nascer - ele passa a desejá-la como se fosse a única coisa capaz de quebrar o vazio dentro dele. Em um universo onde sentimentos são fraquezas e mulheres são moedas de troca, esse desejo pode significar poder... ou ruína. Evangeline não sabe ainda, mas naquela noite seu destino muda. Não porque escolheu, mas porque alguém decidiu que ela seria dele.

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