Nightstar: The Flying Grayson

Nightstar: The Flying Grayson

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WpMetadataNoticeÚltima atualização seg, fev 24, 2025
"-Sabe doutora... eu sei que é estranho eu estar mencionando tal coisa nessa altura do campeonato, mas... ando tendo o mesmo sonho frequentemente durante algum tempo.- Kory gesticulou reclinada na poltrona de sua psicóloga durante mais uma de suas dezenas de sessões. -E o que você vê?- A analista estimulou que a mesma continuasse. -Eu vejo fogo... destruição.- Tentou recordar.- E... -E...? -Eu vejo uma garota. -Uma garota?- Inquiriu envolvida. -Sim. Ela estava sendo tirada de mim... arrastada. Ela chorava muito. -Ela lhe diz algo? -Ela se debate e, aos berros, me chama de... "mamãe". -E você? Se lembra de repontar algo? -Sim, eu o faço em uma intensidade alarmante. -E o que você grita? -"Mar'i". Eu grito "Mar'i"." Koriand'r não entendia o significado de seu sonho até encará-lo pessoalmente. A diferença? Bem... a diferença é que ele veio para matá-la.
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O café da manhã era um campo de batalha silencioso. Lucas sentava à mesa, comendo um pão duro e sem graça, enquanto Victor, seu irmão adotivo, se deliciava com panquecas e frutas frescas. A diferença era gritante, tão visível quanto a desigualdade no tratamento que recebiam. "Você come como um porco," Victor comentou, sem olhar para Lucas, sua voz carregada de desprezo. "Não consegue nem segurar direito o garfo." A mãe, Sarah, lançou um olhar fugaz para Lucas, mas voltou a atenção para Victor, sorrindo e servindo-lhe mais suco. O pai, Robert, lia o jornal, alheio à cena. O silêncio era mais pesado que qualquer grito. À tarde, Lucas tentava estudar em seu quarto minúsculo, com uma cama velha e desconfortável. A parede era coberta por rabiscos e desenhos feitos por ele, uma forma de escapar da realidade. Victor invadiu o quarto, jogando uma bola de basquete que bateu na parede, quase acertando Lucas. "Sai da frente, bastardo," Victor disse, rindo. "Não quero que você estrague meu treino." Lucas apertou os punhos, mas se manteve calado. Ele já havia aprendido que reclamar era inútil. Victor o chamava de "órfão", "estranho", "inútil", e outras coisas piores. Ele sabia que não era bem-vindo ali, que era apenas um fardo, uma sombra na vida daquela família. À noite, durante o jantar, a situação se repetia. Victor recebia elogios por suas notas na escola e seus feitos esportivos. Lucas, por outro lado, era ignorado, seu esforço escolar e suas tentativas de se integrar à família sendo completamente ignoradas. Os presentes de Natal e aniversário eram uma prova cabal da preferência: Victor ganhava eletrônicos modernos e roupas de grife, enquanto Lucas recebia roupas velhas e brinquedos usados. "Você não se esforça o suficiente, Lucas," Robert disse uma vez, sem olhar para ele. "Victor é um garoto brilhante, com um futuro promissor. Você... você precisa se esforçar mais." .....

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