Eudaimonia- Através do Espectro

Eudaimonia- Através do Espectro

  • WpView
    Reads 191
  • WpVote
    Votes 13
  • WpPart
    Parts 12
WpMetadataReadOngoing
WpMetadataNoticeLast published Tue, Feb 14, 2023
Um novo caminho, uma nova trilha, a mesma poetisa. Agora, dispersa em novos tons e diversas cores volta a alma lírica pronta pra expor e escrever sobre o que sente em pequenos versos e poesias. A reflexão e incisão do azul sobre o prisma causou a dispersão do mesmo em sete novas cores. Já não mais em tons, mas em sete cores, representando uma nova fase, um novo ser, apresento-vos Eudaimonia. "A minha alma aprendeu a sentir sem se mutilar." Ianerciapontes
All Rights Reserved
#5
poetisa
WpChevronRight
Join the largest storytelling communityGet personalized story recommendations, save your favourites to your library, and comment and vote to grow your community.
Illustration

You may also like

  • A miserável existência de um sonhador
  • A Mocinha e o Bandido (EM REVISÃO)
  • A cor da Distância
  • Em tons de Azul
  • Sentindo em Poesia
  • Em Teu Amor (Concluído)
  • Reflexos da Alma: Versos e Emoções
  • Olhe para mim..
  • O último sobrevivente
  • The Last Coffee (Em revisão)

O azul sempre foi feito de calmaria - um reflexo da serenidade que aprendeu a cultivar para sobreviver ao caos interno que escondia. Mas tudo muda quando ele conhece Bordô, uma presença intensa, vibrante e avassaladora que colore seus dias com sentimentos que ele mal sabia nomear. Apaixonar-se por Bordô é como mergulhar em um mar profundo, onde a beleza da entrega contrasta com o medo de se perder de si mesmo. O azul teme afundar no próprio oceano de inseguranças, de traumas não curados e do amor que cresce mais rápido do que consegue suportar. Em um gesto de autopreservação, ele decide desistir do que sente - não por falta de amor, mas por excesso de medo. Desistir de Bordô é como arrancar uma parte de si, mas talvez seja a única forma de não se afogar. Essa é uma história sobre amar demais e ainda assim partir. Sobre cores que não se misturam, mas que jamais se esquecem. E sobre aprender que às vezes, deixar ir é o ato mais doloroso e mais puro, de amor. Esse livro não é sobre o bordô.

More details
WpActionLinkContent Guidelines