A estrada até o inferno

A estrada até o inferno

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WpMetadataNoticeLast published Wed, Aug 14, 2024
Meu filho, Fernando d'Avilla, Um nome que carrego com amor e dor. Vejo tua vida refletida na fachada brilhante, Mas nas sombras, sei que há um mar turbulento. Uma casa grande, conforto material, Boas notas, popularidade invejável. Mas a verdade oculta, como um segredo sombrio, Encontra nas drogas outras alegrias, um desvio. Meu coração de mãe se enche de aflição, Ao ver meu filho perder-se nessa escuridão. O medo consome, dilacera minha alma, Imploro aos céus que te livrem desse abismo de calma. Meu amor, sinto tua dor escondida, Em cada olhar distante, em cada lágrima perdida. Anseio por compreender o que te levou por esse caminho, E luto para encontrar uma saída, um destino. Quisera eu poder abraçar-te e te proteger, Resgatar a luz que um dia vi em teu ser. Mas enfrento minha impotência, meu coração partido, Enquanto o vício te consome, tão indefeso e perdido. Noites em claro, sussurros de preces, Rogando que encontres forças, que desfaças essas teias. Tua dor é minha também, meu filho amado, E mesmo em meio à tempestade, estarei ao teu lado. Não desisto de ti, minha maior esperança, Acredito em tua capacidade de encontrar a bonança. Rogo aos céus por uma luz a iluminar teu caminho, Para que a verdadeira alegria encontre e seja o teu abrigo. Nesta jornada incerta, eu te darei meu apoio, Pois és meu filho, e te amarei, mesmo no esforço. Que a força do amor possa vencer essa batalha, E que em ti ressurja a esperança, como uma andorinha que se espalha.
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𝐐𝐮𝐚𝐧𝐝𝐨 𝐨 𝐯𝐢𝐝𝐫𝐨 𝐞𝐦𝐛𝐚𝐜̧𝐚𝐫 𝐄 𝐯𝐨𝐜𝐞̂ 𝐯𝐢𝐞𝐫 𝐩𝐫𝐚 𝐦𝐞 𝐚𝐛𝐫𝐚𝐜̧𝐚𝐫 𝐐𝐮𝐚𝐧𝐝𝐨 𝐨 𝐬𝐨𝐥 𝐬𝐞 𝐞𝐬𝐜𝐨𝐧𝐝𝐞𝐫 𝐕𝐞̂ 𝐬𝐞 𝐯𝐨𝐜𝐞̂ 𝐩𝐚́𝐫𝐚 𝐩𝐫𝐚 𝐞𝐧𝐭𝐞𝐧𝐝𝐞𝐫 𝐐𝐮𝐞 𝐞𝐮 𝐟𝐮𝐢 𝐞 𝐬𝐞𝐦𝐩𝐫𝐞 𝐬𝐞𝐫𝐞𝐢 𝐔𝐦 𝐛𝐨𝐛𝐨 𝐚𝐩𝐚𝐢𝐱𝐨𝐧𝐚𝐝𝐨... 𝐏𝐨𝐫 𝐯𝐨𝐜𝐞̂... ❤️

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