A segunda vez que te amei

A segunda vez que te amei

  • WpView
    Reads 33
  • WpVote
    Votes 2
  • WpPart
    Parts 3
WpMetadataReadOngoing
WpMetadataNoticeLast published Fri, May 12, 2023
WpInfo
Fiction
Romance
Nós não nos conhecemos só agora, neste instante. Não fora só agora que seus olhos azuis reluzentes me hipnotizaram. Foi a segunda vez que eu sorri a cada vez que você sorria. Porém, foi a segunda vez, depois de anos, que, de alguma forma, eu me encontrei chorando por você em um canto do meu quarto, escondida dos meus próprios fantasmas. Foi a segunda vez que eu te odiei mais do que a qualquer coisa no universo. Como poderia ser tão deplorável? Como as praias poderiam fazer mais sentido? O vento soprar mais forte, a chuva cair mais rápida, o sol clarear mais do que qualquer outra vez? Por que eu estava tão rendida a ti, que me fizera sofrer, me fizerá perder a cabeça. A ti que me matou sem usar suas mãos. A segunda vez que te amei, me senti mais atraída por você do que jamais senti na pele da garota que morreu por você. Que fora traída por você. Que amou, que amou você.
All Rights Reserved
#473
taylorswift
WpChevronRight
Join the largest storytelling communityGet personalized story recommendations, save your favourites to your library, and comment and vote to grow your community.
Illustration

You may also like

  • UNIVERSO PARALELO
  • RENDIDA - PARTE 2 - CRIMINOSOS EM SÉRIE (Concluída)
  • Caelyrion: O Tigre Branco
  • Meu Primeiro (NÃO) Amor
  • TIMELESS (tayvis)
  • Jura Secreta
  • cold heart

Clarice odiar o amor não faz com que ela nunca mais sinta o amor novamente, só faz com que ela se afaste, se afunde mais ao vazio e a solidão. O amor é algo sem definição, é raso, passar anos procurando alguém só mostrou o quanto, para ela, amar era prejudicial à sua saúde mental. E de fato era, mesmo que ela escrevesse sobre um sentimento que nunca sentiu de verdade, foi prejudicial à sua mente, à sua forma de pensar e agir, criando conflitos e até sentimentos e entes paralelos. Ás vezes nos encontramos a beira de algo tão intenso, tão forte, que não sabemos como reagir. Correr, aproximar, se deixar levar, ou se afastar aos poucos? É como estar prestes a se jogar no oceano, cheio de mistérios que nunca se quer experimentamos, mas que parece nos chamar cada vez para mais perto. E a gente vai, se aproxima devagar, num misto de excitação e receio, com passos lentos e medrosos, mas vamos mesmo sabendo que, se a correnteza nos puxar, não haverá mais volta. "Eu me pergunto se minha mente apenas deixa de fora todas as partes ruins, eu sei que não fazíamos e nunca faremos sentido."

More details
WpActionLinkContent Guidelines