Traumas, medo, mentiras, memórias despedaçadas.
Em um mundo atormentado por demônios, desespero e ódio, Jack não é o primeiro a ter problemas por causa de seu passado incompleto e turvo, como uma pintura de Van Gogh molhada pela chuva, muito menos o primeiro a duvidar se eventos desconexos em sua mente são uma realidade mórbida e cinzenta ou, simplesmente, a criação de uma vida a qual imaginou que seria ideal para alguém como ele.
"Uma pessoa que expressa um quebra cabeça complexo dessa forma está fadada a morte. Esse aí não vai sobreviver por muito tempo."
Uma história que explora intimamente o lado sombrio da humanidade, uma relação abstrata com o mais profundo eu. Porém, mesmo desta forma, ainda sim expressa motivos acolhedores que nos permitem sonhar, amar, viver.
"Eu não vivo de mentiras, porque desde o instante que abri meus olhos naquele lugar soube quem era e, mais que isso, para que sirvo nesse mundo podre."
"Vejo fragmentos de uma realidade que não sei se é real."
- Jack
Você já imaginou viver uma determinada situação onde tudo que pensa é em vive-la sem se preocupar com as consequências?
É isso que acontece com a jovem brasileira Diandra Silva, ela se muda de Nova York para uma cidadezinha no interior da Austrália, mas acaba perdendo o apartamento e num golpe de sorte ou de azar, acaba indo morar na mesma casa que o reitor da sua universidade e ela não esperava sentir de cara uma atração poderosa por ele e muito menos imaginava que o irmão, um antigo professor da universidade em Nova York seria o irmão dele e que também a faria se sentir muito, muito tentada a pecar.
Eles são proibidos e sabem que se envolver poderia ser um escândalo, mas também sabem que um segredo proibido também é mais gostoso.
E esse é um Segredo Lascivo que terão de guardar as sete chaves.