No Coração do Mar

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WpMetadataNoticeDernière publication ven., mars 17, 2023
Existem histórias que só o mar conhece e que Kahlinr, o filho do mar e dos corais luminosos, tenta proteger com sua própria vida. Kahnlir as conhece tão bem quanto conhece o seu povo. Por ser o primogênito da linha de sucessão entre quatro irmãos, Kahnlir foi treinado desde seu nascimento para um dia continuar o legado do nobre Tritão ─ o rei dos mares ─, e seu pai. Para ele, aceitar a coroa em si não é um problema; mas grandes responsabilidades exigem grandes escolhas. Na prática e sob às leis da monarquia oceânica, nenhum filho do rei Tritão poderá assumir a coroa sem a validação e a unificação dos povos dos mares por meio de um casamento. O casamento não está em seus planos. Principalmente quando um dos pretendentes mais cortejados pela corte da realeza para se unir ao seu lado no trono é Aslan Asfrithsson. O tritão mais cobiçado do reino e descendente de orcas que tem o poder de arrancar suspiros de todos ao seu redor com um simples suspiro. Para suportar todo esse peso, Kahnlir busca refúgio na sua coleção de relíquias e bugigangas esquecidas pelos homens. Lá, ele pode admirar as maravilhas do mundo humano e se perguntar como é viver naquele mundo mágico inundado de ar. Kahlinr tem suas relíquias como seu tesouro pessoal, o único contato que é permitido ter com o mundo desconhecido. Tudo muda quando Kahnlir quebra todas as regras ao salvar um humano de morrer engolido pelas ondas impiedosas depois de um acidente. E, mais do que as lembranças do dia em que seu mundo se encontrou com o mundo humano, ele guarda a correntinha que escapou do pescoço do humano e que manteria seu destino para sempre entrelaçado com o rapaz que assombra suas memórias. E pela primeira vez depois de muitos anos, Kahnlir sente seu coração bater cada vez mais forte por ele. RANKINGS: #1 em ROMACEBL #2 em FUNDO DO MAR.
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❝Talvez, o amor, ou o pulsar acelerado deste coração tão jovem e imaturo, não quebre barreiras, apenas una tudo o que um dia já nos compôs❞ - Mei e Sarya, eram como síntese e antítese; afirmação e contradição, dentro daquela realidade distópica e cruel. Havia muito mais que 1260 anos desde o momento que o Novo Mundo se consolidara; após a queda de um deus bondoso e piedoso, quando uma força maligna e cruel instaurou-se sobre o planeta. O universo colapsara, e criara consigo realidades distópicas e sem esperança - O mundo sangra, e deste sange, criou-se, dali, o Reino Saki, Mei e Sarya. Mei: a princesa da realeza deste reino, confinada no destino de comandá-lo. E Sarya - A líder de um grupo de rebeldes, que visam destruir tal império, por pura e completa vingança. Não eram como bem e mal, ou certo ou errado, eram apenas consequência, que, de alguma forma, viriam a se unir. Algo forte haviam as entrelaçado em sonhos vivos e compartilhados, as vezes até românticos, um pouco demais - Um chamado? Um destino? Bom, talvez até eu não saiba bem ao certo. Contudo, certamente seria algo, entre este essas duas almas enclausuradas em linhas temporais; multiverso ou não. Pois seja ou Mei e Sarya, ou Sarah e Meiko; ainda seriam opostas - De ansiedade e energia, ou insegurança e imposição, tudo que lhe faltavam, para atravessar o mistério dos multiversos, e, quem sabe derrotar um deus tirano, eram multiversos desolados, mistérios sem nomes, uma força maior ao seu favor e claro; uma paixão - quem sabe amor - um pouco mais adolescente. Cabe a você, querido viajante do tempo, querer ler uma humilde história, de um vulto que mais nada vê, que delírios, dessa humanidade que já se perdera.

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