O relatório final estava assinado. Oficialmente, a ameaça havia sido neutralizada. Ela aceitava isso. Sempre aceitou. Ser agente significava entender e aceitar. E no meio de tudo isso, houve algo que ela não conseguiu controlar. Ele. Alinne aprendeu a guardar isso no mesmo lugar onde guardava o medo, o cansaço e as lembranças que não podia dividir com ninguém. Um compartimento interno, trancado, funcional. Amar sem ser correspondida não a tornou fraca. E ela continuaria. Porque Alinne não era feita para finais felizes. Era feita para permanecer de pé quando tudo ao redor começasse a ruir. Essa é a história de uma mulher forte, inteligente, apaixonada por cachorros, uma sobrevivente que merece ser feliz.
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