A Maldição da Sanfona

A Maldição da Sanfona

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WpMetadataReadConcluida mié, jun 14, 2023
"𝘊𝘩𝘰𝘳𝘢, 𝘴𝘢𝘯𝘧𝘰𝘯𝘢, 𝘲𝘶𝘦 𝘧𝘢𝘻 𝘰 𝘤𝘢𝘪𝘱𝘪𝘳𝘢 𝘤𝘩𝘰𝘳𝘢𝘳 𝘊𝘩𝘰𝘳𝘢, 𝘴𝘢𝘯𝘧𝘰𝘯𝘢, 𝘲𝘶𝘦 𝘰 𝘵𝘦𝘶 𝘤𝘩𝘰𝘳𝘰 𝘤𝘰𝘯𝘵𝘢𝘨𝘪𝘢 𝘰 𝘢𝘳𝘳𝘢𝘪á" Dos dias cinzas, cheiro de fumaça e barulhos de buzinas ao grande tapete verde, cheiro de terra molhada e o cantar dos pássaros...Amélia não se via ali. Moradora da cidade grande dês que se entende por gente, paulistana de carteirinha que conhece a grande são paulo sem precisar de um google. De repente, se vê sozinha em um lugar desconhecido. Depois de 17 anos vivendo em um lugar só, Amélia se muda para o interior de São Paulo. A ideia parecia péssima mas uma melodia fez com que as coisas... parecessem melhores! A garota, que até estava se sentindo desnorteada, viu um norte num choro de uma sanfona. Tal sanfona que parecia enfeitiçada, fazendo com que todos que a escutassem, dançassem e nunca parassem de se mexer. A morena jamais se viu dançando quadrilha, quem diria participar de um grupo de quadrilha! Bom, se isso é uma história de amor? Eu acredito que seja. Um amor pela quadrilha, pela sanfona, pelas bandeirinhas e pelo quentão. Que tal começar esse arraiá? ___________🫀_____________ meus amores, a capa do conto foi feita por ela que além de uma capista talentosíssima e uma incrível escritora, também é minha amiga. A @_Duuh_Reiis, sigam ela e leiam o livro dela.
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  • 𝘉𝘳𝘪𝘴𝘢 𝘦𝘳𝘳𝘢𝘥𝘢 - 𝘮𝘦𝘯𝘰𝘳 𝘬𝘢𝘣𝘳𝘪𝘯𝘩𝘢
  • Segunda Geração- DPaP✔

Ola gente! Olha eu aqui de novo! Em uma irei contar a história de Amélia Maldonado e Kang Dae-Soeng (Eu sei é um nome difícil que quase dá um nó lingua, mas, vai valer a pena). Amélia é uma jovem órfã que já teve sua vinda ao mundo complicada. Fruto de uma violência, Amélia não acredita no amor, acha esse sentimento piegas e inexistente, acha que o amor é uma desculpa esfarrapada para pessoas carentes que conseguem lidar com a solidão. Ao contrário dela que prefere viver só do que mau acompanhada. Amélia desde de muito nova teve que conviver com as percas. A perca da sua mãe biológica que morreu quando ela nasceu e depois da sua mãe de criação que morreu quando ela ainda era uma adolescente. E como se isso não bastasse agora Amelia tem que lidar com a eminente perca de sua casa, o único bem que ela possue, já que não tem amigos e família. São tantas percas e tanta falta de sorte na vida que Amélia acredita que ao invés de talco passaram cocô de urubu na sua bundinha de bebê. Porque não era possível tanto azar para uma pessoa só. Tá! Para ser junta nem tudo na vida de Amélia era ruim. Havia algo bom. A sua tão sonhada faculdade de gastronomia que ela conseguiu concluir, a trancos e barrancos, mas concluiu. E foi essa faculdade e a venda da casa que a salvou de morar em baixo da ponte mais próxima e deu a ela a oportunidade de seguir carreira fora do Brasil. Do outro lado do mundo na verdade. Essa oportunidade caiu do céu bem no seu colo. É, mas nem tudo que cai do céu é bom, a não ser a chuva (Vide Lúcifer). E o que Amélia achou que seria a oportunidade da sua vida, na verdade sua perdição. Uma perdição de olhos puxados, corpo de um deus e um pau feito pelo próprio demônio. E esse demônio vestia terno, era primeiro ministro e atendia pelo de Kang Dae-Soeng.

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