Coraline

Coraline

  • WpView
    Leituras 34
  • WpVote
    Votos 0
  • WpPart
    Capítulos 2
WpMetadataReadEm andamento
WpMetadataNoticeÚltima atualização sáb, jun 3, 2023
O livro não pertence a mim!! Obviamente. Certas portas não devem ser abertas. E Coraline descobre isso pouco tempo depois de chegar com os pais à sua nova casa, um apartamento em um casarão antigo ocupado por vizinhos excêntricos e envolto por uma névoa insistente, um mundo de estranhezas e magia, o tipo de universo que apenas Neil Gaiman pode criar. Ao abrir uma porta misteriosa na sala de casa, a menina se depara com um lugar macabro e fascinante. Ali, naquele outro mundo, seus outros pais são criaturas muito pálidas, com botões negros no lugar dos olhos, sempre dispostos a lhe dar atenção, fazer suas comidas preferidas e mostrar os brinquedos mais divertidos. Coraline enfim se sente... em casa. Mas essa sensação logo desaparece, quando ela descobre que o lugar guarda mistérios e perigos, e a menina se dá conta de que voltar para sua verdadeira casa vai ser muito mais difícil ― e assustador ― do que imaginava Autor: Neil Gaiman
Todos os Direitos Reservados
#24
coraline
WpChevronRight
Junte-se a maior comunidade de histórias do mundoTenha recomendações personalizadas, guarde as suas histórias favoritas na sua biblioteca e comente e vote para expandir a sua comunidade.
Illustration

Talvez você também goste

  • Contos
  • Dollhouse - Dreams are dangerous
  • A Casa de Bonecas
  • OS PORTADORES/SÉRIE  (2° PARTE) --CONCLUIDO--
  • O Monstro da floresta
Contos

Histórias esquecidas no fundo da gaveta. Fantasmas atrás do armário da cozinha. Monstros que se escondem debaixo da cama. Mas e se os verdadeiros monstros fossem invisíveis, escondidos nas entrelinhas do mundo que construímos? Este livro é um baú de segredos, onde cada conto é uma chave para abrir portas que muitos preferem manter fechadas. São narrativas que flutuam entre o amor e a perda, entre o que foi soterrado pelo tempo e o que ainda grita por ser ouvido. Aqui, o luto dança com a memória, a natureza sussurra sua dor em rios sufocados, e corações partidos batem mais forte do que o medo. São histórias que não se contentam em apenas existir - elas cutucam, questionam, desmontam. Falam de violências veladas, de amores que não morrem, de mundos que precisam ser salvos. Mas não espere respostas fáceis; este livro é um espelho, e o que você vê nele depende do que carrega dentro de si. Contos contados, contos rasgados, contos molhados. Cada palavra é um convite para sentir, refletir e, talvez, mudar. Porque, no fim, todos temos algo escondido no fundo da gaveta - e talvez seja hora de tirá-lo dali, à luz do dia, para que ele não nos devore por dentro.

Mais detalhes
WpActionLinkDiretrizes de Conteúdo