Cereja é mais que fruto: é vício, é pele, é palavra que arde e queima as entrelinhas. É para as mocinhas não tão santas, mas sempre para quem sente com o corpo inteiro - para quem treme ao toque de um parágrafo e se perde no sabor de um ponto final.
"Que o pecado que incendeia o peito e faz as mãos tremerem seja sempre celebrado."
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