Yuna: A Pedra Sagrada

Yuna: A Pedra Sagrada

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WpMetadataNoticeLast published Sun, Mar 29, 2015
"Por vezes, os mais velhos e mais sábios da tribo, sentavam-se junto do quente de uma fogueira e contavam, circundados por crianças curiosas, histórias de como as quatro tribos governaram o mundo em paz e em harmonia até o aparecimento de Hazard, o Imperador. Nunca se soube muito sobre Hazard, apenas que era dotado de incríveis poderes considerados divinos e que assim conquistara milhares de servos e seguidores leais, sendo que os mais leais se designavam de Hazardianos e em troca da sua lealdade recebiam um décimo dos poderes deste. Yuna sabia pouco sobre as quatro tribos no mundo. Havia a tribo exótica, constituída por uma cultura pouco desenvolvida mas pacífica e sábia. A tribo da raposa, caracterizada pelos olhos semicerrados do seu povo, pelo símbolo da raposa e pela sua inteligência, e arrogância. A tribo escura, bastante isolada do mundo, representada pelo escorpião e caracterizada pelo tom de pele escuro. E por fim, a tribo de Yuna, a da neve. Pobres e com pouca população, a tribo da neve era de facto a mais antiga civilização de todas, com pouco avanço tecnológico mas uma determinação e coragem incomparáveis representadas pelo lobo branco. Yuna nunca duvidou, apesar de tudo, que a sua tribo iria reconquistar o respeito que outrora tivera." >>>>>>>>>>>>>PLÁGIO É CRIME.<<<<<<<<<<<<<<<<<<<
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Quando não se conhece nada além de insegurança e abandono a última coisa que quer é ficar próximo de pessoas. Pelo menos é assim que eu penso. Katherine Bolton, a criatura desprezível. A suposta loba que cheirava a humanidade e não a ser sobrenatural. O ser maligno que nasceu erroneamente e matou a mãe durante o parto. A criança que mereceu ser abusada pelo pai até o dia em que não aguentou e acabou matando-o em um surto. A assassina A filha do demônio Criatura pertencente ao inferno Ser que deu errado A indigna de ser amada Aquela que merece sofrer Me conheciam por vários nomes. Até mesmo tinham aqueles que me conheciam como "aquela que não pode ser citada". Depois de meses passei a ouvir tudo sem chorar Depois de anos passei a não me importar Depois de décadas aprendi a ignorar e lançar olhares malditos E enfim, depois de séculos eu decidi desaparecer Bom é isso que sou: ninguém. Me tornei as histórias que contam aos filhos antes de dormir. Me tornei a história de terror que contam ao redor da fogueira. Me tornei um mito, uma lenda que passa de alcateia em alcateia Lobos não se lembram de meu rosto, apenas dos sentimentos que os proporcionei. Humanos não sabem de minha existência enquanto aldeias veem apenas as marcas que deixei no passado Ninguém se lembra de mim. Ninguém se lembra de meu nome. As pessoas são cruéis e se lembram apenas do medo, da repulsa e da raiva Elas me temem. Eu as odeio. Capa feita pela maravilhosa: @amonimams2121

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