Essa fic é uma adaptação de uma adaptação 😅
Com qual olhar você encararia a vida se perdesse sua esposa e filha em um acidente de carro?
Caroline Gattaz é uma mulher marcada por uma das piores dores do mundo: a dor de enterrar um filho. Após a grande tragédia em sua família, ela se fechou para tudo e todos, e nem mesmo com Gabriel, o seu único filho vivo, ela consegue aproximação. Se culpando diariamente, prefere se isolar, descontando nas poucas pessoas à sua volta todo ódio e rancor que acumulou em seu peito. Apesar de tudo, Carol mora em uma grande mansão e precisa de alguém para gerenciá-la, o que soa impossível já que demitiu as últimas dez mulheres que conseguiram o cargo...
Rosamaria Montibeller já passou por poucas e boas em sua curta vida. Mãe solo, se desdobra para educar a filha e ajudar sua mãe, e por uma obra do destino viu a oportunidade perfeita para solucionar seus problemas financeiros: trabalhar como governanta na mansão da arquiteta mais famosa de Belo Horizonte. O que inicialmente ela não sabia é que a sua mais nova chefe é uma mulher arrogante, grossa e controladora, que fará de tudo e mais um pouco para persegui-la em seu trabalho. No fundo Rosamaria sabe que Caroline é uma carrasca, mas gostosa e sexy como o pecado...
"Há momentos em nossas vidas que perdemos o chão, que nosso mundo desaba e constantemente pensamos em desistir de tudo. O que temos grande dificuldade em entender é que há uma luz em meio à escuridão, cabendo a nos persegui-la, modificando assim nossas vidas. Prepare-se para uma história que irá tocar seu coração, onde nos mostra que o perdão é necessário, e que o impossível é questão de opinião."
•Essa história é uma adaptação*
Um escritório grande, imponente e duas advogadas em áreas diferentes, que terão que dar conta de um caso juntas e descobrir assim o tanto que uma complementa a outra, sem deixar de lado as questões que as distanciam, como a vida e seus privilégios ou a falta deles. A vida dessas duas mulheres sempre foi muito diferente, apesar de viverem na mesma cidade, e trabalharem no mesmo ambiente, elas nunca sequer se olharam ou conversaram. Cada uma sempre em seu lugar, sem que fosse notada pela outra, ou nem tanto, já que a Rosamaria, Caroline sempre lhe pareceu objeto de curiosidade. No maior sentido profissional possível, sim, tinha por ela curiosidade e admiração pelo que ela representava. Mas não era algo que fosse comentado ou notado pela outra. Obvio pelo simples motivo de que a advogada penal, não olharia para a estagiária civilista... Será que é tão dolorido sair de sua bolha, para então enxergar no outro o que falta em si? Nunca um processo foi capaz de unir tão bem duas profissionais como agora.