Flor da meia-noite

Flor da meia-noite

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WpMetadataReadContinúa11h 59m
WpMetadataNoticeÚltima publicación mar, ago 15, 2023
Dizem que quando estamos prestes a morrer, um filme da nossa vida passa na nossa cabeça. Mas não foi bem isso que aconteceu comigo. Vi apenas os espinhos brilhantes de uma bela flor branca e azul. E os espinhos representavam cada péssima decisão que tomei desde que descobri o que sou de verdade. Toda a minha vida tinha ficado para trás, e eu via apenas a nova Allyson depois dos dezoito anos. É Allyson Hale. Meu nome e meu rosto matam tanto quanto uma arma. Tenho vinte anos e gostaria de voltar no tempo, mudar o destino. Mas não posso. Fiquei encarregada de guardar um segredo que não pode ser revelado, um segredo que pode de salvar a minha raça. É impressionante como o mal pode mudar tudo, aprendi isso na marra, mas é como dizem: Sofrimento adora companhia. Estava no meio do semestre quando minha vida deixou de ser normal, depois do meu aniversário de dezoito anos. Eu tive essa sensação assim que apaguei as velas do bolo da minha festa. Uma brisa passou pela janela e aí... tudo mudou. Jordan Benacci entrou na minha vida.
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Em um momento de rebeldia (como sempre), o pai de Sophie se cansa de sua malcriação e decide levar toda a família para passar uma temporada na Dinamarca, já que ele planeja expandir sua grande empresa de advocacia. O que Sophie não esperava era que seu pai a colocaria em uma escola de bons modos, onde ela conheceria Emma Lancaster, a princesa da Dinamarca. Sophie já a desprezava; odiava estar em um lugar onde havia uma princesa estudando, já que todos falavam de sua perfeição. Para ela, "ninguém é tão perfeito", e ria quando chamavam a princesa de "paz". A partir do dia em que se tornaram colegas de dormitório, Sophie sabia, bem lá no fundo, que Emma iria virar seu mundo de ponta cabeça. Emma sentia o mesmo, mas ambas estavam cegas por frustração, confusão e um ódio destilado uma pela outra. Emma não suportava a presença de Sophie; detestava ter sua cadeira na hora do almoço na frente da dela e nunca olhava para cima, apenas para a comida. Tinha raiva de olhar para aquela garota tão repugnante. Ela só poderia ser o caos em pessoa, e jamais se juntaria ao caos, nem por um momento. Era isso que elas pensavam, mas até seus gostos voltarem a fazer sentido, as piadas voltarem a ser engraçadas e a companhia se tornar pelo menos um pouco agradável, as risadas e as vozes voltarem a ser boas de ouvir... e o desejo pelo toque ressurgir com toda força. Suas mentes e corações poderiam gritar para que não se aproximassem, que não ficassem juntas, mas suas almas se esforçavam cada vez mais para que isso acontecesse. A alma de cada uma clamava pelo amor... Mas será que aconteceu? Dessa vez, o ditado "Os opostos se atraem" funcionou? Ou seria mais apropriado dizer que "Os opostos se atraem, mas não funcionam juntos"? Elas vão se amar? Vão se entregar? Deixar o mundo virar de ponta-cabeça? Deixar seus hobbies e vícios serem julgados e ordenados a parar? Deixar tudo aquilo que defendiam ir embora com o vento?

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