De um lado, Gizelly Bicalho Abreu, tem 23 anos, uma renovada professora de biologia. Uma mulher fria e fechada para qualquer tipo de relação amorosa. Motivo? Descobriu da pior forma possível que sua ex esposa Ivy gerava um bebê que ela acreditava ser seu, mas era fruto de uma traição. Gizelly se sentiu traída duas vezes, saiu de casa e pediu o divórcio. Prometeu pra si mesma, que não se apaixonaria outra vez por mulher alguma, não iria permitir ser machucada novamente.
Do outro, Rafaella Freitas Kalimann, de 17 anos, uma das melhores alunas do terceiro ano, muito estudiosa e competente no que faz, para o orgulho de sua mãe. Mesmo depois da perda de seu pai, Rafaella continuava sendo uma menina gentil, meiga e carinhosa. Teve um relacionamento sério com Antônio, por dois anos, que foi seu primeiro e único namorado, mas chegou ao fim, quando o rapaz se mudou de cidade.
É no colégio, que essas duas se conhecem e sentimentos começam a surgir.
O que é totalmente errado na situação em que se encontravam.
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História (g!p) se não gosta, não leia!
Você já amou alguém, mais que a si próprio? Já enfrentou o mundo pra viver um amor? E esse amor se perdeu por descuido? Por deslize? Pois eu vivi de perto tudo isso, enfrentei tudo e todos, me entreguei de corpo, alma e coração, por um amor que hoje o nosso único laço seja nossa filha. Gizelly e eu estávamos juntas há quase 8 anos, nosso relacionamento passou por muitas etapas e a última delas foi um divórcio. Eu sempre ouvi que nem só de amor se sustenta um relacionamento, e isso nunca fez tanto sentido. Eu a amava, mas o amor não suporta tudo. Agora estou aqui me afogando em algumas garrafas me perguntado o que eu joguei pro universo me devolver tantos problemas. Mas eu vou ser forte, o fardo só é dado a quem suporta carregar, e se essa for minha história eu vou vivê-la e sem me arrepender. Mas eu ainda que queria ouvir dela, que ainda me ama.