odeio admitir mas pode ser verdade (barbie/gloria)

odeio admitir mas pode ser verdade (barbie/gloria)

  • WpView
    Reads 608
  • WpVote
    Votes 56
  • WpPart
    Parts 4
WpMetadataReadOngoing
WpMetadataNoticeLast published Thu, Jan 18, 2024
"Cartão de crédito." Bárbara repete, imitando o movimento da boca de Glória para melhor exibição. "Cartão de crédito?" Ela está feliz por receber um aceno de cabeça, um olhar simpático de olhos amendoados. É uma agitação genuína de realização. Sasha chama isso de ser um manequim que se alimenta de aprovação. Não é inteiramente culpa de Bárbara. É difícil tirar os elementos-boneca de uma Barbie assim. "Onde isso vai?" "Ele paga pelas coisas." Gloria explica a ela, estendendo a mão para abrir a porta do lado em que Bárbara senta. "Agora você vai lá e compra o seu próprio café." Sua voz se eleva um tom acima, hesitantemente, segurando o cartão na altura do nariz. Ela olha para a calçada, a loja quase vazia pela vidraça. "Você deveria vir comigo."
All Rights Reserved
#225
barbie
WpChevronRight
Join the largest storytelling communityGet personalized story recommendations, save your favourites to your library, and comment and vote to grow your community.
Illustration

You may also like

  • HEAL
  • Ela Só Queria Colo
  • 𝐀𝐌𝐎𝐑 𝐏𝐑𝐎𝐈𝐁𝐈𝐃𝐎
  • Meu Rao! - Supercorp
  • "Eu...Posso Ser o Seu Romeu?"~Katrick
  • café com chantilly, por favor!
HEAL

- Você implorou para que eu a encontrasse, que a procurasse no Inferno. Foi exatamente onde achei você. E, por mim, pode ficar para sempre onde está. - Do que você está falando? - Nada. Para mim chega, professora Bishop. - Por que escreveu aquele bilhete ridículo? - Que bilhete? - Você sabe muito bem que bilhete! O que você deixou na geladeira. Isto é um jogo para você? - Claro que não! Me solte. - Por que assinou o bilhete daquela forma? - Que importância tem isso? Maya ouviu o elevador se aproximar e soube que tinha poucos segundos para obter as respostas de que precisava. Fechou os olhos, as palavras. retumbando em seus ouvidos. Ela a procurou no Inferno. Ela havia implorado para que o anjo de olhos castanhos tentasse encontrá-la. Mas é claro que isso não tinha acontecido. Alucinações não atendem a súplicas. Mas e se Beatriz não fosse uma alucinação? E se... Ela sentiu algo parecido com medo percorrer sua pele. Mais uma vez, o impossível flutuou diante dos seus olhos. - Beatriz? - sussurrou ela. - Sim - disse Carina, movendo-se para manter contato visual com ela até o último segundo possível. - Eu sou sua, Beatriz. Você me deu meu primeiro beijo. Eu adormeci em seus braços no pomar. - Maya saltou para a frente tentando impedir que a porta do elevador se fechasse. - Beatriz! Espere! - Era tarde demais. A porta se fechou ao som daquele nome. Ela apertou o botão furiosamente, na esperança de que ela voltasse a se abrir. - Não sou mais sua Beatriz.

More details
WpActionLinkContent Guidelines