Brigando juntos (spin-off de "As pistas")

Brigando juntos (spin-off de "As pistas")

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WpMetadataNoticeLast published Mon, Jul 27, 2026
(BakugoXHatsume Mei) Eu sempre gostei de máquinas. As peças das suas invenções sempre foram previsíveis e não decepcionavam o inventor que as conhecesse, porque elas não escondem nada, não rodeiam nenhum objetivo, apenas são o que são. Quando eu era criança queria ser uma heroína, salvando vidas e protegendo pessoas. A decepção da descoberta da minha individualidade foi o que me fez perceber a realidade. A dura verdade, que os olhos da minha mãe foram incapazes de esconder, mesmo que a boca dela não tenha se movido, de que eu nunca seria capaz de ser uma heroína apenas com um zoom nos olhos. Do que adiantaria? Não se engane, isso doeu e muito, eu sofri nos primeiros anos, me iludi, fugi da realidade, mas não adianta. Eu tomei uma decisão. Se eu gosto tanto de máquinas, elas vão ser minhas mãos e pernas. Se eu queria ser uma heroína e o campo de batalha é perigoso demais para mim, vou salvar vidas com os meus bebês. Eu, Hatsume Mei, só não contava com uma inesperada virada. Uma quedinha pelo babaca que vivia quebrando a droga do gatilho da luva. Eu já esperava que ia desistir antes mesmo de dizer alguma coisa, para me manter segura, na minha zona de conforto. Ou melhor, segura até um grupo de vilões me sequestrar, a porta ser aberta em uma explosão e eu me deparar com o loiro completamente descabelado (mais do que ele normalmente parece), me olhando ofegante, furioso, mas acima de tudo, congelado. Um olhar ácido de alívio após o desespero. Esse não é o Bakugou que eu vi na U.A., é? Novas facetas dele são descobertas a cada vez que ele me vê, e isso não é bom para quem ainda está tentando superar um sentimento persistente de paixonite. Ele me queima de paixão, me mantém longe dos meus medos e vira meu mundo de cabeça para baixo. Eu não sei mais o que fazer. (PODE SER LIDO SEPARADAMENTE, APESAR DE SEGUIR OS FATOS FINAIS DO LIVRO ANTERIOR!!)
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- Ouvi dizer que a casa é grande. - disse meu irmão Peter. - Vamos, crianças. - disse meu pai John. - Pegaram tudo? - perguntou minha mãe Suzan. - Sim. - eu e Peter dissemos ao mesmo tempo. - Se anime Anna, vai ser bom se mudar. - disse minha mãe. - E os meus amigos? - perguntei. - Eles vão ficar bem e vocês podem conversar pela internet. - disse minha mãe sorrindo. Respirei fundo, concordei e então entrei no carro preto de meu pai, Peter e minha mãe fizeram o mesmo. É, seria bom me mudar, mas tenho medo, encontrei um site que diz que a casa é mal assombrada, alguns estudantes da cidade que fizeram esse site, tem ate um grupo que ia lá investigar, tenho mais medo do Halloween que é daqui á um mês, eles colocaram no site que é o dia em que mais acontece fenômenos paranormais. Sem contar que chamam a casa de Blood House. Já vi uma foto da casa, meu pai tirou e trouxe para vermos, ele disse que ela é linda e grande e teríamos nossos próprios quartos e banheiros. A casa é linda mesmo, mas um pouco medonha. Peter e eu somos gêmeos, nós temos mais um irmão, que se chama Max, tem vinte e oito anos e é um belo e talentoso empresário que vive em Londres com a namorada July. Diferente de meus irmãos, amo filmes de terror e amo me vestir de preto, mas estou com medo, alguma coisa me diz que coisas ruins vão acontecer, não só pelo fato dos próprios moradores terem escrito aquelas coisas da casa, mas por que, quando meu pai avisou que íamos nos mudar, comecei a ter sonhos estranhos, sonhos em que eu matava meus pais e pegava o sangue deles e começava a escrever no lado de fora da casa coisas em outras línguas. Também vi meu irmão Peter, mas estava pálido e triste, toda vez que se aproximava das flores, elas murchavam, sempre que tocava em alguma coisa, ou quebrava ou virava cinzas e então começou um incêndio e comecei a ver pessoas que nunca vi antes, crianças, adultos e idosos, todos estavam sem olhos, sangrando, pegando fog

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