O auto da barca do inferno. De Gil Vicente

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Auto de moralidade composto por Gil Vicente por contemplação da sereníssima e muito católica rainha Lianor, nossa senhora, e representado por seu mandado ao poderoso príncipe e mui alto rei Manuel, primeiro de Portugal deste nome. Começa a declaração e argumento da obra. Primeiramente, no presente auto, se figura que, no ponto que acabamos de espirar, chegamos subitamente a um rio, o qual per força havemos de passar em um de dous batéis que naquele porto estão, scilicet, um deles passa para o paraíso e o outro para o inferno: os quais batéis tem cada um seu arrais na proa: o do paraíso um anjo, e o do inferno um arrais infernal e um companheiro.
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Ela foi obrigada a se tornar sua rainha... mas jamais lhe entregaria o coração. Ou assim pensava." Em um reino onde o amor é um luxo e o poder define destinos, o jovem rei Vitor precisa de uma esposa. Sua mãe, implacável e fria, exige um casamento imediato-um rei sem herdeiros é um rei vulnerável. Foi então que ele a viu. Ana, uma simples artesã, desafiava um mercador cruel para proteger uma criança indefesa. Forte, destemida, diferente de todas as mulheres da corte. Naquele instante, Vitor soube que ninguém mais poderia ser sua rainha. Mas Ana não era nobre, não queria uma coroa... e, pior ainda, já pertencia a outro. Para um rei, porém, desejo e vontade são uma só coisa. E Vitor faria qualquer coisa para tê-la-mesmo que precisasse usar seu poder para tomá-la para si. Sem opção, Ana é arrancada de sua vida e lançada ao mundo da realeza, prometida a um homem que jamais escolheu. Mas, ao contrário do que todos pensam, ela não o odeia... apenas não o ama. E Vitor, que acreditava poder conquistá-la com o tempo, descobre que não basta possuí-la-ele quer seu coração. Entre traições, segredos e um casamento forçado, o rei e sua rainha travam uma batalha silenciosa. Porque o amor não se impõe, não se exige. Mas, às vezes, pode nascer onde menos se espera. Será um conto rápido❣️

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