THE LAST CHANCE|+18

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WpMetadataNoticeLast published Sun, Sep 24, 2023
Eu me chamo Megan Mancini,vários me conhecem pelo meu sobrenome ou por ter supostamente matado o meu pai.Eu nunca nem o conheci mas deis de os meus 7 anos sofro bullying por meu pai ter morrido justamente no dia em que eu nasci,meu padrasto fala que foi culpa minha e que meu pai morreu para não ver a decepção que eu sou.O meu irmão sempre me protege e enfrenta todos aqueles que falam isso,mas eu já estou cansada disso tudo!Dele ter que ficar me protegendo,eu tenho que ser forte.Aos meus 10 anos fui diagnosticada com depressão deis de então não vou para a escola!Mas meu irmão me obrigou a voltar para o colégio aos meus 17 anos! Meu nome é Christian Fisher,sou conhecido como o durão do colégio,ninguém chega perto de mim a não ser com permissão,sou extremamente possessivo e não dou a mínima pra isso,só estou no colégio por obrigação,meu pai quer que eu seja o futuro dono da empresa Fisher,apenas ignoro quando ele fala desse assunto,minha mãe morreu quando eu tinha 5 anos,não tenho muitas lembranças dela,só sei que sinto falta dela e sei que o meu pai também,sempre pego ele chorando pelos cantos.Meu pai é dono de uma concessionária de carros,então eu sempre fui apaixonado por carros e rachas. Começando dia:08/08/2023
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E ele se foi, desaparecendo entre tantas pessoas. Eu fiquei ali, sozinha sem ele para secar as lágrimas que insistiam em rolar, eu apertava as mãos da minha mãe, pedindo ajuda porque eu nunca havia sentido tanta dor, nem quando o meu peixinho favorito morreu, ou quando não dormi com meu cobertor favorito, e muito menos quando perdi meu ursinho de pelúcia favorito; nem injeção que doía tanto em mim, doeu tanto quanto aquele momento, porque não havia nada que eu pudesse fazer. Fiquei tentando controlar as frias e salgadas lágrimas que caiam dos meus olhos. Não fiz pirraça, só fiquei em estado de inércia pedindo por pensamentos que ele voltasse. Mas, não voltou. Ele nunca voltou. Os segundos foram passando e minha mãe me levou para a casa. Era tudo diferente naquele segundo. Era uma dor consumidora e desgastadora. Eu achava que o teria para a sempre, mas o nosso para sempre só existiu dentro de todos aqueles momentos infinitos que passamos juntos. Essa é a carta 225 de uma menina de 11 anos, e infelizmente é a unica que ele não vai ter, e é a única que eu nunca mais me esquecerei até essa dor ir embora, e se um dia for. Sou muito jovem e minha mãe me disse isso. Eu chorei semanas. Talvez um dia o tempo passe, a semana acabe e eu o terei de volta ou nunca mais. Mas que um coração partido dói, dói e sobre isso sou incapaz de negar.

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