"Vou querer amar de novo
E se não der, não vou sofrer
Já não sonho, hoje faço
Com meu braço o meu viver"
No centro da melhor universidade do país, nos cantinhos da periferia de São Paulo, nos vagões da ponta das linhas 4, 2 e 15 do metrô; o quanto de amor cabe no cotidiano?
O quanto de disposição é preciso para vivê-lo?
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(Contém erros de ortografia e eu não estou afim de revisar)
Eu mereço ter o que tirou de mim
Vou encontrar a saída
Porque eu sou dona da minha vida...
#3 em estrupo.
#9 em rj